PLENÁRIO
Sobre o Evento
O evento "PLENÁRIO" foi marcado por intensos debates legislativos e embates ideológicos entre oposição e governo. Os principais temas incluíram denúncias de corrupção, como o caso do Banco Master, discussões sobre a estrutura do Judiciário — especialmente a criação de cargos no CNJ — e o fortalecimento das forças de segurança. Além disso, foram votadas pautas sobre direitos humanos, proteção aos idosos e valorização da cultura nacional, como o reconhecimento da poesia do Pajeú. O evento também concentrou críticas à gestão econômica, à condução de políticas públicas e à polarização política, encerrando com a convocação para votações extraordinárias.
Deputado
Senhor presidente, senhores deputados e deputadas, eu vim aqui fazer um relato de algo que para mim é muito importante. eu vou falar de um grande amigo, Amir Haddad. Amir é um querido mestre nos concedeu a honra de tê-lo como autor da justificativa de uma lei que eu aprovei na Câmara Municipal, lei 5.4.0, 29 em vigor na cidade do Rio de Janeiro, que defendia por nós quando exercia a função de vereador na cidade. conceituou a arte pública manifestação artística que ocorre no espaço público de forma direta, gratuita e sem distinção de público priorizando o encontro genuíno dentre o artista e a população. uma arte que não se vende uma arte que não se compra Em sua biografia, Amir Haddad, a Utopia Apresentada, o autor Tiago Bechara nos conta que Amir Haddad, um dos fundadores do Teatro Oficina, expansor inato de caminhos para o teatro de seu país, investigador de linguagens, rompedor de paredes, sobre o qual muito se falou e escreveu dispersamente, mas nunca em forma de documentação bibliográfica profunda e reunida como o hiperlink. Por meio de Amir, recuperou-se o sentido de festa do teatro, a dramaticidade colorida dos festejos populares, ressaltando os aspectos da pesquisa e da educação. Trata-se de um tipo de trabalho que instrumentaliza o ator a responder a um sentimento de contemporâneo e do eterno a um só tempo. a efetuar uma leitura aguda da trajetória humana, vista em perspectiva, a reagir rápida e intuitivamente, com sua mais profunda verdade ao momento presente, a conscientizar-se do instrumento ideológico que ele apresenta, a desmontar a couraça ideológica das elites, Já que nos lembra que ética e estética jamais estiveram ou estarão separadas. A alma pública deste mestre de todos nós que amamos, o teatro receba em forma de livro, o carinho de uma homenagem que nada fez além de registrar o óbvio, o quão necessário a Mir, você foi e seguirá sendo para quem? profundamente o ser humano e sua sagrada diversidade. Com compaixão, doçura e poesia, e acreditamos no teatro, como instrumento de seu aperfeiçoamento. Amamos profundamente o teatro que é você, Amir Haddad, que completa agora mais um ano de vida, e que é a essência do teatro de rua, que diz, eu não quero levar as pessoas para o teatro, eu quero levar o teatro para as pessoas. Amir Haddad, nós do Rio de Janeiro amamos você. "Evoé". E vou, é? Boa palavra.




