COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA

10 mar. 2026 14:17 às 17:50

Sobre o Evento

A audiência pública na CCJ debateu a proposta de redução da jornada de trabalho, contando com a participação do Ministro do Trabalho para discutir as implicações e diretrizes da medida.

Status
Concluído
ID: 81224Total: 71 discursos
#62
Transcrição automática

Presidente, eu consegui ir para o banheiro? Ah, o deputado está... Eu tenho dois minutos de tempo de lida aí. Deputado Ribeiro. Bom, seu presidente, eu queria em primeiro lugar aqui... Parabenizar a vossa excelência pela presidência da CCJ, comissão importante, vossa excelência que é um deputado comedido. Muito temperado. Da mesma maneira, o relator Paulo Aze, que é um deputado experimentado, baiano, meu amigo. E o ministro Marinho, que também é um grande amigo, colega. e dizer que a minha preocupação aqui não é política, ministro. Primeiro, te parabenizar, você que tem um carinho especial, junto com a sua equipe. Mas hoje nós vemos o seguinte. Eu já estou no meu terceiro mandato aqui. E eu confesso que já errei, já acertei. Mas eu resolvi, de um tempo para cá, quando eu vi toda essa bagunça, né? Da democracia, dessa loucura, de um lado e do outro. Eu resolvi adotar uma posição independente. E aqui vem um pouco da história... Eu estou vendo, ontem eu participei de um debate, ministro, e eu percebi o seguinte, nós temos que parar de criar leis e criar mais educação, ministro Paulo Aziz. Ontem eu tava num debate, e aqui com todo o respeito que eu tenho, sou a favor de endurecer as pernas para as mulheres, não é até uma pena de feminicídio, 40 anos, lei da Maria da Penha. mas a gente percebe que não para de matar O que é isso? É falta de educação na escola, é falta de conscientização no plano de trabalho. Porque nós temos uma sociedade machista. Da mesma forma... Eu fiquei aqui atentamente, acho que eu sou o penúltimo para falar o último. Eu ouvi todos os deputados falar aqui e não falou uma coisa. E aqui eu vou falar com propriedade. Muitas vezes os dois lados mentem, a direita e a esquerda. Teoria da ferradura. Eu me lembro aqui... no período eleitoral, que colocaram o piso da enfermagem. Eu tenho parente, enfermeiro e tal, e eu falei, se não tiver dotação orçamentária... Não vai ter como dar, vai ter mais demissão. Pasme, uma parte da esquerda, o que eu memorando da direita é porque era ano eleitoral. Dentre isso, ministro Paulo, eu queria dizer o seguinte, eu aprendi uma coisa, a conhecer os dois lados da moeda. E hoje eu vejo o seguinte, eu vejo realmente que nós podemos avançar no debate, nós estamos aqui para falar para a admissibilidade, mas hoje o que acontece, ministro Marinho, aqui não foi nem você, isso foi o Fernando Henrique. O Fernando Henrique colocou bolsa, não sei o quê, colocou as estesas, ele formatou tudo, pegou a ideia e fez o bolso da família, que está aí, que é importante ter. que atende milhares de brasileiros. o que precisa comer, mas infelizmente existe uma grande parcela de brasileiros Que este é o Natal. que trai a pátria. que recebe o auxílio, muitas vezes sem precisar, e que recebendo auxílio está anos e após anos... Nós pagando essa conta, ministro. E por causa disso, senhor ministro, existe uma parcela de empregados, eu quero dizer, a grande maioria dos trabalhadores são gente boa, dos empregadores também, mas existe uma grande parcela de empregados que hoje tem dificuldade de contratar mão de obra. De mesmo queira dar emprego, ter carteira assinada. Porque vossas excelências... praticamente querendo dar muito auxílio... Está acabando... com essa palavra trabalhador. Tanto é que a eleição tá ficando apertada, cada vez tá ficando uma apertada. O Fernando é a pela força. Obrigado. Obrigado. Vocês estão ganhando a eleição hoje? Para concluir, deputado. Sr. Presidente, porque realmente existe um descompasso na ultradireita. né? Mas assim, eu tô, fica esse, esse, esse aviso e mais uma vez, pra ouvir os segmentos, nós sabemos que a questão do, quando foi, quando é feito qualquer tipo de lei, né? E aqui na Tônia de Administratividade, realmente a gente precisa, ô, ô, ô, deputado, nós termos consciência. Porque o que eu vejo hoje é o seguinte, o coitado do empresariado hoje... também está escravizado. Existe muito empregado escravizado, mas existe muito empregador escravizado. Nós precisamos achar um meio termo hoje, mas o meio termo hoje não serve para ninguém. Porque hoje só serve o seguinte, é defender o trabalhador para ter voto para a esquerda e defender o patrão para ter voto da direita. E nós temos que ter a humildade e responsabilidade de enfrentar esse tema de maneira serena e equilibrada. E Vossa Excelência, que é de um quadro da esquerda ponderado, o relator, o presidente dessa comissão, Obrigado. Para concluir, presidente, o deputado, desculpe. Obrigado. Serenidade, porque o Brasil não tem tecnologia. E nós estamos com o país dividido. E o impacto pode ser negativo, apesar de eu achar que nós podemos achar um meio termo. Isso não é 44, é 40, menos 36, mas com muita responsabilidade. Fica aqui minha dica, porque infelizmente a opção educar o brasileiro, saber que quem fica com Bolsa Família é quem necessita ter, e não gente para ficar praticamente não querer trabalhar. Agradeço, deputado. Ministro, eu vou passar aqui...

10 de mar, 17:18