COMISSÃO ESPECIAL DA POLÍTICA NACIONAL PARA PESSOAS COM AUTISMO (PL 3080/20)

17 mar. 2026 14:08 às 15:40

Sobre o Evento

A comissão debateu a implementação de uma política nacional para o autismo, focando na necessidade de atendimento multidisciplinar integrado — com ênfase na terapia ocupacional e fisioterapia —, no fortalecimento da rede SUS e na criação de diretrizes nacionais. O evento destacou a importância de políticas que considerem desigualdades regionais, o suporte ao longo da vida e a capacitação parental, exigindo cooperação tripartite para garantir acesso efetivo e dignidade às pessoas com TEA.

Status
Concluído
ID: 81274Total: 33 discursos

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#22
Gerente Executiva do instituto Uniter Ivanete Aparecida
Ivanete Aparecida

Gerente Executiva do instituto Uniter

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Eu mando aqui a fala da nossa presidente fundadora, eu vou só compartilhar com vocês, O nosso... a nossa apresentação. Bem rapidinho. Então, o que hoje o Instituto se propõe é um pouco do que se falou até agora, é a união de todas essas parcelas, a gente traz aí a educação, a saúde, a assistência social e a cultura juntos para o atendimento global e integral deste indivíduo. É uma instituição do terceiro setor, sem fins lucrativos e que hoje majoritariamente depende de recursos da iniciativa privada, e com algum apoio de projetos de lei do FAMER nos projetos culturais. Então hoje o que a gente se propõe é desde o atendimento à família, que aí a gente começa com atendimento no Teacolher, com assistência social e grupos de psicólogos, atendem toda a família no sentido de grupos terapêuticos para autistas adultos e para os pais e responsáveis, além da assistência social que auxilia nesse primeiro contato da família com o diagnóstico. do projeto de lei Rouanet, que é o Teflorar, que traz então atividades, oficinas na área da cultura, com arte-terapia, com música, com dança e teatro, que são atividades desenvolvidas para um público que a gente entende que seja o mais vulnerável no sentido de que é um público que tem poucas oportunidades de socialização, consegue dentro mesmo da rede privada ou de centros de intervenção ou que que possam ter esse atendimento, os autistas não conseguem vaga, porque a gente tem na maioria das vezes autistas de nível 2 e 3 que dependem de um monitor, de um profissional que possa auxiliá-lo e apoiá-lo na execução muitas vezes da atividade, na compreensão da atividade. Obrigado. e a gente acolhe porque tem condições e entendimento de todo o arsenal de suporte que esse indivíduo precisa. E o T-Habilitar, que então dentro dessa jornada que a gente acredita desse indivíduo, inicia com o indivíduo a partir de 14 anos dentro de uma formação que treina habilidades sociais e comportamentais para o mercado de trabalho. Então a gente entende essa dificuldade que a colega falou, a Kézia, sobre essa questão do mercado de trabalho, a gente já vinha entendendo isso e traz essa visão dentro do programa T-Habilitar. o movimento que inicia em 2018 e 2019 com o CNPJ, já tem aí uma carreira, uma trajetória, que já consegue atender aí muitas famílias com diversos programas ao longo desses anos, tendo aí um impacto bem importante na comunidade. Aqui algumas fotos dos projetos, das nossas ações, tem aí os projetos de arteterapia, os projetos de dança, o do Té Habilitar, os seminários e a caminhada e do projeto do Té Acolher. A gente conta com uma equipe que também pensa nessa multidisciplinariedade de profissionais, de pessoas para o atendimento desses indivíduos autistas. E aí a nossa trajetória, trazendo aí, evoluindo desde 2014. Então fica aqui um exemplo do que pode ser feito de pessoas que entendem, eu também sou mãe, sou mãe de um menino autista de 10 anos, preocupados, a gente sempre fala que o Niteia foi crescendo à medida que também cresciam nossos filhos e as dificuldades e as demandas com eles também se modificavam. Então a gente também teve que se reinventar e se reinventa todo dia porque o que mais falta nas instituições de terceiro setor são recursos e é isso que a gente tem que fazer um... Uma ginástica todos os dias para poder manter essas atividades que não existem na rede pública e nem na rede privada do nosso município. Então, é... Seria isso. Muito obrigada.

17 de mar, 15:07