COMISSÃO ESPECIAL SOBRE ALTERAÇÃO NO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (PL 8085/14)
Sobre o Evento
A Comissão Especial debateu propostas de alteração no Código de Trânsito Brasileiro, focando na formação de condutores e na rigidez dos exames médicos e toxicológicos. Especialistas alertaram para os riscos à segurança viária caso haja flexibilização excessiva na renovação da Carteira Nacional de Habilitação.
Deputado
Você fala que o exame médico custa R$ 90,00. Boa noite. Não é isso? Sim. Um exame médico custa R$ 90,00. Um exame psicológico. Não, não é? O governo quer baratear. Ele fez essa ação para baratear. Não, já barateou em cima da medida provisória que não foi votada ainda, gente. Ela está cumprindo porque existe a medida... provisória em vigor que vai passar pela CRIEVO da Câmara e do Senado, do Parlamento Brasileiro. E esse abaixa para R$ 90,00 o psicólogo. e abaixa para R$ 90 o exame médico. não tem dúvida do que a gente está falando que padre o que a gente tem que brigar aqui é que essa padronização ano atenda o anseio. Claro que se você tem um negócio, e a gente no Brasil que tem que empreender, e se você empreender, você vai contratar a recepcionista que vai estar ali para atender as pessoas, a pessoa para limpar o local, você tem todo... Você tem toda uma cadeia produtiva. Nessa relação você tem que ganhar. não é isso? o que não é ilegítimo que não tem nada de errado nesse processo. O que a gente precisa encontrar aqui é esse ponto de equilíbrio. E aí é papel do Parlamento, nessa audiência pública, que você consiga prestar um bom serviço, consiga ser remunerado pelo bem do serviço que você presta, e a gente mexer com quem tem que mexer. Não é tirar de vocês, é tirar dessa parte do governo que não tenha a destinação desse recurso, porque o recurso de vocês está faltando. o do governo está sobrando mexeram no mexeram no lugar errado a verdade ou o governo para cada exame é realizado E aí eu E aí, isso está psicológico. que eu... particularmente não era, mas estou me tornando favorável. É... particularmente Se a gente tem uma arrecadação de governo até a panela de controle... a gente pode também ter um repasse do governo. Porque se o governo quer abaratear, vamos supor, quando você vai... E esse exame não serve, gente. É porque a gente é um país arcaico, ainda analógico. Essa é a grande realidade. Mas esse exame não serve só... só para você tirar a carteira de motorista. É um exame realizado num paciente brasileiro. E se você é realizado, não também pode ter ali, a gente ter outra fonte de financiamento. pelo próprio SUS, que é o Sistema Único de Saúde, pelo próprio sistema privado de saúde, para quem paga plana de saúde, a gente pode compor essa tabela... para tentar achar um ponto de equilíbrio e diminuir as taxas cobradas Porque é tudo digital, o país agora está mais moderno, a gente pode melhorar esse ambiente. essa com a comissão aqui ela tem o desafio de encontrar as soluções. E eu já falo isso aqui porque aqui a gente está sendo assessuado por um time de alta qualidade que trabalha na Câmara dos Deputados, que são nossos consultores. que vão trabalhando conosco para escrever o que a gente pensa, o que a gente quer, o que a gente deseja. Então, é muito importante essas falas aqui. Você não acha que é uma fala política, mas é uma fala para que os nossos técnicos possam ter o subsídio necessário. para que a gente possa estar avançando. A distribuição de recursos que está mal colocada. O governo fica com a maior fatia e quem trabalha com a menor fatia. Como é assim na vida toda nesse governo? Obrigado. Então, Eu passo de novo a palavra ao expositor. para que ele possa continuar, mas é que a gente possa entender o que a gente está discutindo de fato aqui. para que a gente possa ter um ambiente padronizado no Brasil. O grande problema que a gente teve... E aí chegou nesse ponto porque faltou a gente ter um entendimento. é que cada estado tem uma taxa, tem um valor. Aí criou a grande confusão no nosso país. Isso prejudicou a população brasileira fazer o acesso. a carteira de motorista. Uma coisa também que Eu vou até depois... pedir para os expositores, em alguns países como nos Estados Unidos, quando você vai tirar a carteira de carro, você já tem a de moto. Aqui você tem que tirar uma de carro, aqui você tem que tirar uma de moto, E o exame para você tirar de carro e moto é a mesma. A taxa para você tirar de carro e moto também é a mesma. Então a gente tem que simplificar esses conceitos brasileiros, para que a gente possa facilitar o acesso à pessoa, porque nem sempre ele vai fazer um exame de direção, O médico vai avaliar se ele está pronto para moto. ou para cá. O psicólogo vai analisar se ele está pronto para a moto. ir para carro. A taxa que ele vai tirar para emitir tem que ser para moto. e para carro. Então a gente tem também que começar a tirar essa burocracia brasileira, né? E você acaba pagando dobrado no Brasil para ter o mesmo benefício. Então, Países desenvolvidos que têm melhor qualidade de renda, E assim o Brasil quer sacrificar o povo A não ser assim, então são discussões que a gente vai ter que ampliar. para que a gente possa melhorar esse ambiente. Como eu sou favorável, já deixei claro, que a gente possa ter uma carteira, uma permissão, não é uma permissão concedida. a quem tem 16 e 17 anos no Brasil, que seja uma direção acompanhada. para que ele possa ter um trânsito mais seguro e educativo. no futuro. Então são discussões que a gente quer promover através dessa mudança e dessa atualização. que nós queremos no Código Brasileiro de Trânsito. para que a gente possa ter um trânsito mais seguro. Então, são discussões que precisam ser ampliadas para que a gente possa avançar. e sempre preservar o conceito principal Ele é baseado... lastrado em uma única... que é vidas e salvar vidas no Brasil desse trânsito que está matando muito no nosso país. Obrigada.




