COMISSÃO ESPECIAL SOBRE ALTERAÇÃO NO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (PL 8085/14)
Sobre o Evento
A Comissão Especial debateu propostas de alteração no Código de Trânsito Brasileiro, com foco especial na redução da idade para obtenção da CNH. Especialistas e parlamentares divergiram sobre os critérios de avaliação psicológica, a segurança viária e os impactos jurídicos e sociais dessa medida para os jovens.
Presidente da Associação dos CFCs do Estado de São Paulo - ACESP - Associação dos CFCs do Estado de São Paulo - ACESP
e dizer pra vocês que hoje nós não estamos debatendo Apenas uma proposta. Estamos diante de uma escolha. continuar fingindo que o problema não existe ou ter coragem de organizar a realidade como ela é. O jovem brasileiro já está no trânsito e hoje ele está sem preparo, sem supervisão e invisível para o Estado. E aí eu acredito que a gente deve tratar essa maneira como nós vamos fazer, se vai ser uma CNH, se vai ser uma permissão, eu não sei como vai ser essa questão do nome a ser dado, mas eu acho que ela é baseada em três pilares. que são importantes para que a gente possa não só evoluir... o cidadão a nível... como motorista, mas também como um cidadão, com as suas responsabilidades, que seria o primeiro pilar, que é o da educação. Lembrando que nós não estamos liberando Estamos formando. O jovem na escola é acompanhado e avaliado. O trânsito começa na formação do cidadão. Então, nós levarmos esse ponto para dentro das escolas... vai trazer uma formação mais adequada para os jovens. O pilar 2, o controle. Não vai haver liberdade restrita. Há o acompanhamento, o limite e responsabilidade. O que é mais perigoso? O jovem acompanhado ou o jovem invisível? Porque hoje os jovens já estão dirigindo por aí. 27% do jovem hoje, de 15 a 18 anos, em algum momento já teve um contato com um veículo ou com uma motocicleta. E o pilar 3, da formação a formação adequada dentro da autoescola, que no futuro próximo seria a escola de trânsito, instrutores devidamente credenciados a essas instituições de escolas de trânsito, e uma formação contínua. Porque a formação é a segurança pública. E hoje a realidade é clara. Jovens já dirigem. Sem preparo e sem controle. Estamos organizando o que já existe, já é uma realidade. Rejeitar essa proposta não resolve, apenas mantém o risco O jovem já está no trânsito O que decidimos hoje é se ele ficará invisível, ou será formado, acompanhado e responsável. E dizer para todos que as escolas de trânsito, elas estão prontas para formar o cidadão responsável, o jovem que precisa realmente contribuir com a família, seja acompanhando seus pais a um médico e também incentivando para que esses jovens procurem estar aptos na escola e devidamente formado. Essa é a contribuição da SESP nessa matéria, é um tema que se discute desde 1999, eu Como bem foi falado pelo nosso vice-presidente aqui, Fausto Pinato, da época de Mobilete, nós tínhamos essa proposta em mãos, deputados, desde 1997, quando foi instituído o Código de Trânsito. Eu fiz 18 anos em 2002, então em 97, 98 eu tinha perto dos 16 anos de idade. E a promessa que tinha é que o jovem... naquela época, poderia ter uma pré-autorização para poder dirigir o veículo de menor capacidade, para que pudesse ajudar na sua formação, seja trabalhando, seja estudando. Então, a CESP, através da nossa representação no Estado de São Paulo, hoje, falando a nível nacional, apoia totalmente essa pauta, é a pauta que precisa ser discutida, porque eu prefiro defender o jovem dirigindo adequadamente nas ruas, Estar roubando para poder andar em uma moto roubada. Nós temos que apoiar essa causa. Obrigado. Parabéns, Matheus. Eu queria parabenizar...




