CÂMARA DOS DEPUTADOS - OUTROS EVENTOS
Seminário aponta impactos da dívida pública e exige maior fiscalização bancária
Sobre o Evento
O seminário debateu os impactos da dívida pública e da financiarização na classe trabalhadora, com foco em denúncias de irregularidades no sistema financeiro. A sessão destacou a necessidade de maior fiscalização e controle sobre as instituições bancárias para proteger os cidadãos.
Mostrando 3 falas de Miguel Bruno neste evento
Ver evento completoEconomista pela UERJ, Mestre em Economia pela UFF e Doutor em Economia das Instituições pela École des Hautes Études en Sciences Sociales
O Economista pela UERJ, Mestre em Economia pela UFF e Doutor em Economia das Instituições pela École des Hautes Études en Sciences Sociales critica o processo de financiarização da economia, descrevendo-o como uma máquina de drenagem de recursos públicos e concentração de renda. Defende que o capital financeiro, ao se tornar hegemônico, subordina o setor produtivo, gera instabilidade, mina a democracia econômica e sufoca o desenvolvimento a longo prazo, sendo necessário rever a política de juros e a estrutura do sistema da dívida.
Economista pela UERJ, Mestre em Economia pela UFF e Doutor em Economia das Instituições pela École des Hautes Études en Sciences Sociales
O economista pela UERJ, mestre pela UFF e doutor pela EHESS discute a gestão do fluxo de capitais e da taxa de câmbio pelo Banco Central, criticando a dependência de capitais especulativos e a manutenção de juros elevados como estratégia para controlar a liquidez, o que prejudica a indústria nacional.
Economista pela UERJ, Mestre em Economia pela UFF e Doutor em Economia das Instituições pela École des Hautes Études en Sciences Sociales
O especialista critica o impacto da financiarização na economia brasileira, argumentando que o arcabouço fiscal e a política monetária de juros altos limitam o desenvolvimento nacional. Ele defende a necessidade de conscientização política e articulação coletiva para enfrentar a captura do Estado pelos interesses do capital financeiro, denunciando a desindustrialização e a falácia da causalidade entre dívida e Selic.




