
A Deputada critica a inclusão de medidas de ajuste fiscal em projeto sobre combustíveis, argumentando que essas manobras reduzem o investimento público e diminuem recursos destinados aos pisos constitucionais de saúde e educação.
A Deputada critica a inclusão de temas estranhos ao projeto original, defende a revogação da Lei de Alienação Parental citando a violência contra uma criança e solicita a votação em plenário de projeto que protege mulheres e crianças.
A Deputada manifesta repúdio a falas ofensivas dirigidas à classe circense e critica declarações de chefes de Estado estrangeiros alinhados à extrema-direita, classificando como um ataque à soberania nacional e uma postura vergonhosa.
A Deputada defende políticas de proteção às mulheres e crianças, criticando a obstrução de projetos que criminalizam a misoginia e que revogam a lei de alienação parental. Denuncia a violência doméstica, o feminicídio e a insuficiência de recursos para redes de proteção, exigindo celeridade legislativa e fiscalização do Poder Público.
Deputada questiona o Ministro sobre a abrangência de denúncias ou responsabilidades envolvendo outros atores.
A Deputada contesta declarações proferidas em plenário, classificando-as como notícias falsas e solicitando direito de resposta com base em decisões judiciais prévias.
A Deputada critica a influência estadunidense na política brasileira, questiona a defesa de interesses estrangeiros por outros parlamentares e defende o fortalecimento da Polícia Federal no combate ao crime organizado.
A Deputada discursou contra o confisco das aposentadorias, classificando a reforma da Previdência de 2003 e as políticas subsequentes como injustas. Defendeu a necessidade de pressão popular sobre o Poder Judiciário, o Poder Legislativo e o Governo Federal para a reversão dessas medidas, destacando a disparidade entre o gasto com o sistema financeiro e o corte de benefícios de aposentados.
A Deputada defende a revogação da lei de alienação parental, argumentando que o dispositivo é utilizado para revitimizar mulheres e torturar crianças em casos de violência doméstica e disputa de pensão alimentícia.
A Deputada cobra a votação de projetos contra a misoginia e o fim da escala 6x1, denunciando a postura de parlamentares e instâncias legislativas que, segundo ela, boicotam direitos das mulheres e protegem interesses contrários à população.
A Deputada conduziu reunião de comissão especial sobre prevenção a desastres, destacando a preocupação com o fenômeno El Niño e a falta de obras preventivas no Rio Grande do Sul após as enchentes de 2024.
A Deputada presidiu reunião de comissão especial sobre prevenção de desastres naturais, enfatizando a importância de audiências públicas para debater impactos climáticos como o fenômeno El Niño. Ressaltou a vulnerabilidade do Rio Grande do Sul e a necessidade de pressionar autoridades por medidas de proteção após tragédias anteriores.
A Deputada defende o direito de parlamentares à livre manifestação em todas as comissões legislativas.
A Deputada critica a aprovação de uma emenda em projeto que criminaliza a misoginia, denunciando o impacto do discurso de ódio e a violência de gênero, enquanto cobra maior efetividade da comissão no combate aos feminicídios.
A Deputada critica a obstrução da extrema-direita à tramitação de projeto que criminaliza a misoginia. Destaca que o combate à violência contra a mulher e ao discurso de ódio é essencial, citando ideologias misóginas como a dos redpills e a postura de aliados políticos que menosprezam o voto feminino. Além disso, a parlamentar questiona a inércia do Senado Federal em pautas da classe trabalhadora, como o fim da escala 6 por 1, criticando parlamentares que priorizam eventos como a Copa do Mundo em detrimento de demandas sociais e investigações parlamentares.
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