COMISSÃO EXTERNA SOBRE OS ATOS DE PIRATARIA E A AGENDA DO "BRASIL LEGAL"
Combate à pirataria de combustíveis exige integração fiscal e tecnologia
Sobre o Evento
A Comissão Externa debateu estratégias para combater o crime organizado, a sonegação fiscal e a pirataria no setor de combustíveis. Os participantes enfatizaram a necessidade de integração entre órgãos públicos e setor privado, a modernização tecnológica na fiscalização e a implementação da tributação monofásica para reduzir fraudes.
Mostrando 3 falas de Evaristo Pinheiro neste evento
Ver evento completoResumo da participação
O Diretor Presidente da Associação Brasileira dos Refinadores Privado - Refina Brasil defende a modernização tecnológica e o aumento da capacidade de refino nacional para fortalecer o setor. Propõe aprimoramentos regulatórios, como o uso de certificações laboratoriais internacionais e maior integração entre órgãos públicos, visando coibir a atuação do crime organizado e garantir a conformidade nas operações de combustíveis.
Diretor Presidente da Associação Brasileira dos Refinadores Privado - Refina Brasil - Refina Brasil
O Diretor Presidente da Associação Brasileira dos Refinadores Privado propõe que a Receita Federal utilize certificados de laboratórios internacionais para validar a qualidade de insumos e combustíveis importados, seguindo o modelo de compensação tributária já existente para evitar a bitributação.
Diretor Presidente da Associação Brasileira dos Refinadores Privado - Refina Brasil - Refina Brasil
O Diretor Presidente da Associação Brasileira dos Refinadores Privado - Refina Brasil defende a evolução tecnológica do setor de petróleo, destacando a existência de laboratórios de renome mundial e a simplicidade técnica do ramo.
Diretor Presidente da Associação Brasileira dos Refinadores Privado - Refina Brasil - Refina Brasil
O Diretor Presidente da Associação Brasileira dos Refinadores Privado - Refina Brasil defende o investimento em capacidade de refino nacional e apoia o combate ao crime organizado no setor. Destaca a importância de clareza regulatória, integração entre órgãos públicos, identificação do beneficiário final de empresas e flexibilização de sigilos fiscal e bancário para coibir ilegalidades.




