
I would... and the money of these clubs also. So if some of them work 100% with the law of incentive, for example, if this would have any impact Argument. different things I don't know I'm going to say that question but it's not the origin of where it's going to be this money is also pensando it's a thing that I'm going to be here if you're a club that works 100% with the incentive how can we use it to our favor or not I don't know if it's not to be but I'm going to put it here I'm going to say I thought it would be a sense to explain but no end of the day but it's I would like to thank the opportunity to be able talk a little about the Athletics Commission here and thank the space. Thank you very much.
E é só de comentar isso, na verdade, é uma questão de ordem de grandeza, né? Quando eu falo de ecossistema, é exatamente isso, estamos falando de futebol, tanto que custa um atleta profissional, e a gente vai baixando, e eu acho que é essencial esse documento que você comentou, porque uma das coisas que eu li que eu fiquei um pouco confusa foi, tipo, se não tem uma assinatura, e você sabe que esse clube foi o clube formador, se não tem um documento formal, eu acho que aí se faz muito importante e o tempo, etc. e tal, para chegar lá na frente e falar, olha, está aqui. E aí, dentro disso, quando eu falo de ordem de grandeza, é isso. A ordem de grandeza do futebol é muito diferente da ordem de grandeza do rugby. Então, a gente não é com o sistema de rugby. Quanto que custa um atleta? E aí, tentar entender e ser mais criterioso no sentido de quanto que custa essa modalidade. Também tem um pouco isso. São ordens de grandezas muito diferentes. Eu digo o futebol que ele está lá em outra esfera. Então, entendo que pode ser que tenha uma coisa específica que tem muito problema, onde já tem um ecossistema já caótico, que já tem documentos, enfim, eu entendo que o futebol tá em outro patamar, e aí quando eu trago para os esportes olímpicos, é isso, é entender quais são as cifras do que a gente tá falando, porque no fim do dia, passa um pouco por isso, né, um atleta de rugby é muito mais barato do que um atleta de futebol. Então, a gente não pode tratar igual, é um pouco disso que eu estava querendo falar. Mas achei ótima a sua colocação sobre o primeiro documento, e aí queria fazer só essa observação sobre a ordem de grandeza de cada esporte. Beata.
Cumprimentar todos os deputados. os Lima, Lindbergh, todos... na mesa presentes é um prazer poder estar aqui também dialogando nesse espaço democrático e os pontos da CACOB que né que a comissão de atletas do COBE é verdade o que preocupa mais aqui é a generalização quando a gente bota todo mundo no mesmo na mesma lei no mesmo saco e exatamente o que você comentou são realidades diferentes né muito diferente e aí quando a gente vai para uma Obrigado. Olá. não profissional ou semiprofissional, é muito importante a gente entender esse ecossistema, essa modalidade da qual a gente está falando, porque eu entendo, dentro do Comitê Olímpico, que são modalidades com realidades muito diferentes, onde já tem, como você falou no vôlei, uma estrutura, uma profissionalidade, já tem os esquemas já um pouco mais estabelecidos. A minha modalidade, por exemplo, é muito menor e os clubes não são profissionais. E aí, quando a gente vem com uma... Já tive, inclusive, questões sobre esse tema, que foi um clube formador, que depois que ele teve algum break, alguma coisa, algum problema, e alguns meninos vieram para o meu clube, por exemplo, e aí ele falou, então, sou clube formador, quero 15 mil reais por... Por cada atleta. A gente não tem a menor condição de pagar 45 mil reais por três atletas, e não era uma realidade, não era uma realidade do reggae brasileiro. E, por exemplo, um time que tem um Cuiabá de um... um francês que é super profissional, ele comprou um monte de atletas de vários clubes e depois esses atletas ficaram impossibilitados de jogar, porque os outros clubes não tinham dinheiro para pegar esses atletas de volta, então ficou uma coisa muito solta, muito confusa, e aí eu entendo que para a gente conseguir botar cada um na sua caixinha, é importante a gente entender o ecossistema e criar esses critérios, aprofundar mais esses critérios para entender, o que foi essa formação? Teve um suporte odontológico, teve um suporte... E aí Ui, caí, voltei. Vocês estão me ouvindo? Estamos sim, estamos ouvindo, Beatriz. Perfeito. Tem uma apagada aqui. Não, perfeito. Eu acho que é isso, um pouco do que você mesmo falou, Luiz. Quanto tempo esse atleta ficou lá? Qual foi o investimento real que ele teve? Esse clube tem essa estrutura profissional? Então, depende muito do ecossistema que a gente está falando. Então, acho que é importante a gente entender isso, que não dá para botar todo mundo no mesmo saco, na mesma lei, porque algumas pessoas vão se aproveitar disso para tentar exigir coisas que não são viáveis para aquele ecossistema. E aí, quem vai... prejudicar são os atletas, porque foi isso, eu falei, eu não tenho condição de pagar por esse atleta, legal, ela não pode continuar no seu clube, ela vai pra onde, então? porque aqui a gente não tem condição de receber pagando isso. Então, acabou que era um impeditivo para as atletas continuarem jogando. Então acho que é muito importante a gente entender que existem alguns esportes, algumas modalidades que são profissionais, onde a gente pode exigir esse tipo de trâmite e, né, e e negócio e algumas não vai ter esse mesmo essa mesma estrutura para a gente se apoiar nessa lei então acho que é importante a gente tem essas visões mas ao mesmo tempo obviamente esse clube que investiu tempo dinheiro é né profissionais para criar esse atleta quanto tempo foi isso, quais tipos de suporte, para a gente entender por que isso, de onde saiu esses 15 mil reais que o cara cobrou da gente. né né tipo precisa entender o que que foi realmente investido ali isso porque era um clube que por algum momento eu disse o break lá porque eles estavam com a lei de incentivo do esporte atrás de apoio então eles conseguiram criar formar esses atletas a lei de incentivo saiu fora e aí ele tentou se apoiar nisso para tentar manter o clube dele vivo para o amigo não vai ser assim os clubes do rugby brasileiro não tem essa estrutura um ou dois alguns tem assim mas não é uma realidade essa comercialização de atletas inclusive vem sendo um problema porque por tudo que a gente está falando é sair de um clube para ir para o outro depois da para outra ficar seis meses em um o que a gente pode cobrar do clube de antes enfim é muito é muito subjetivo quando a gente quer falar de muitas modalidades diferentes, onde tem profissionalismo, não tem. Então é muito difícil concordar... Que sim, tem que ser assim, porque a gente acaba botando todas as modalidades na mesma situação e que eu não acho que seja... justo, né, nesse sentido de ter ecossistemas muito diferentes e diversos e fica difícil falar por uma linha só, botar todo mundo na mesma situação. É... O que mais eu tenho para colaborar? Acho que é isso, generalização, tem os casos excepcionais, mas eu acho que é isso, concordei, eu não vou me repetir, concordei com algumas coisas aí que o Leomão também trouxe, sobre estrutura, sobre casos excepcionais, mas acho que é isso, acho que é mais a questão da generalização de todas as modalidades terem uma mesma regra da qual eu não sei se cabe a todas elas. Acho que eu não consigo ver o tempo, mas acho que não é metade ainda, né? Mas acho que é um pouco isso que eu trago para reflexão, algum posicionamento, assim, né, na verdade eu não tive essa oportunidade de falar com a Cacobi com mais profundidade sobre isso, então, do pouco de experiência que eu tenho aqui, né, de... falar com parlamentares e tal, acho que é isso que eu posso colaborar e... E acho que é isso, não sei se tem alguma pergunta, fico à disposição também. Mas acho que é isso. Beatriz
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