
A Deputada discute ações governamentais focadas na sustentabilidade, bioeconomia e políticas climáticas, destacando o esforço do governo em criar instrumentos econômicos para o desenvolvimento ecológico e a atração de investimentos.
A Deputada defende a aprovação de medidas contra o crescente índice de feminicídio e violência contra mulheres no Brasil, destacando a necessidade de respostas estruturais e acolhimento especializado às vítimas.
A Deputada discute a estruturação do 'Mapa do Caminho' para a transição energética e ecológica, enfatizando a importância de diretrizes claras e governança participativa entre governo, sociedade civil e setor privado. Defende uma transição justa, que considere a diversificação econômica de regiões dependentes de combustíveis fósseis e promova energias renováveis, eficiência energética e a eletrificação de setores intensivos em emissões, destacando a necessidade de ações antecipatórias para atingir o desmatamento zero até 2030.
A Deputada discute a importância de integrar as perspectivas governamentais e da sociedade civil no "Mapa do Caminho" para a transição ecológica e energética. Defende que os processos nacional e global são complementares, destacando o sucesso das políticas brasileiras contra o desmatamento como modelo. Questiona o convidado sobre como integrar instrumentos como o Plano Clima e o Plano de Transformação Ecológica, enfatizando a necessidade de transparência, participação social e a superação da dependência de combustíveis fósseis.
A Deputada defende que a Petrobras deve transicionar de uma empresa focada em petróleo para uma empresa focada na produção de energia, alinhando-se à visão do Presidente da República. Ela questiona o Ministério de Minas e Energia sobre como essa transição será conduzida e exige transparência nos indicadores de investimentos e recursos voltados para essa mudança, a fim de evitar desculpas relacionadas à falta de meios para superar a dependência de combustíveis fósseis.
A Deputada discute a transição energética e a necessidade de reduzir a dependência de combustíveis fósseis, enfatizando a importância de um "mapa do caminho" estratégico. Ela questiona representantes do governo sobre como esse planejamento se insere no contexto de conflitos geopolíticos globais e pede que o Ministério do Meio Ambiente estabeleça indicadores de esforço claros para guiar essa política nacional.
A Deputada discute a importância de um projeto de lei focado em planos para o fim do desmatamento e a superação da dependência de combustíveis fósseis, enfatizando a necessidade de transição econômica, justiça climática e instrumentos financeiros para viabilizar essas metas globais e nacionais.
A Deputada discute com o presidente da sessão a retirada de uma palavra do registro, esclarecendo a quem se refere a presidência no contexto da fala.
A Deputada defende que o Governo Lula demonstrou compromisso com a agricultura ao aumentar os recursos do Plano Safra em 77%, elevando o valor de 340 bilhões para 605 bilhões de reais. A parlamentar enfatiza a importância de uma agricultura sustentável e de baixo carbono, destacando que apenas uma pequena parcela de produtores comete infrações, enquanto a grande maioria atua de forma correta e silenciosa. Por fim, a Deputada rejeita retrocessos ambientais e agrícolas.
A Deputada defende o uso de tecnologia e ciência na fiscalização ambiental, contrapondo propostas que buscam fragilizar esse controle. Ela apresenta dados de redução do desmatamento na Amazônia a partir de 2022, argumenta que o agronegócio pode crescer com produtividade sem a necessidade de desmatar e relata os riscos enfrentados pelos agentes ambientais do Ibama, ICMBio e Funai, citando episódios de violência, como o ocorrido na BR-319.
A Deputada defende a importância da economia criativa como um setor estratégico, ressaltando sua capacidade de gerar emprego, renda e riqueza por meio de processos produtivos intangíveis. A parlamentar destaca o papel da arte e do patrimônio cultural na formação social e econômica do País, enfatizando que o fomento a esse setor é fundamental para o desenvolvimento nacional em momentos de crise.
A Deputada posiciona-se contrária a qualquer flexibilização nas regras de unidades de conservação, especificamente em relação à possível transformação da Floresta Nacional do Jamanxim em uma Área de Proteção Ambiental (APA). Argumenta que a redução da área protegida aumenta o risco de desmatamento, emissões de carbono e legalização de atividades irregulares, como garimpo e grilagem, destacando que a proteção é fundamental para enfrentar as mudanças climáticas e os conflitos fundiários na região Amazônica.
A Deputada defende que a agricultura e o meio ambiente devem atuar de forma integrada, argumentando que a preservação ambiental é essencial para a manutenção do clima e a prosperidade do agronegócio. Critica projetos de lei em tramitação que enfraquecem a fiscalização ambiental e a autonomia do Ministério do Meio Ambiente, alertando para o risco de retrocessos que prejudicam a imagem do Brasil no exterior e a abertura de novos mercados.
A Deputada discorre sobre o significado etimológico de seu sobrenome relacionado à floresta e reflete sobre a percepção ambiental frente a visões distintas sobre o meio ambiente.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.