Omar Pasqualotto Costa

Omar Pasqualotto Costa

Especialista em Psicologia de tráfego

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08 de abr, 17:01

COMISSÃO ESPECIAL SOBRE ALTERAÇÃO NO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (PL 8085/14)

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em relação ao exame toxicológico, caso ele não detecte alguma coisa, se o exame psicológico é capaz de detectar. Eu acho assim, eu sei que existe muita dúvida, inclusive da população, quanto dos... dos deputados em relação a qualquer tipo de exame que a gente possa fazer. Eu também teria dúvidas em relação a exames que eu não entendo. A gente está falando de perícia. A perícia, o que ela vai gerar? Ela não vai gerar um diagnóstico. Dentro do resultado de uma perícia, você não vai determinar que uma pessoa é X ou Y. Ela vai gerar indicadores. E esses indicadores são os instrumentos que a gente tem para trabalhar, para determinar se a pessoa tem uma maior ou menor probabilidade de envolvimento em acidente de trânsito. Já emendando com a pergunta em relação a traços de personalidade, agressividade, por exemplo, isso é um dos fatores que a própria resolução do Conselho de Psicologia determina como sendo restritivo ao acesso à habilitação. Então, quando indicado num teste de personalidade... que o avaliado tem a tendência a uma agressividade aumentada, ele fica restrito ao acesso a CNH. Por quê? Porque o que isso pode causar no trânsito? Eu acho assim, e eu até concordo, eu estava ouvindo a fala do deputado Áureo, discordando de alguns pontos, isso não significa que eu concorde com esses pontos, mas eu concordo com o fato dele discordar, porque é assim que se cria conhecimento. A gente não cria conhecimento com todo mundo concordando com a mesma coisa, porque a gente para por ali. Todo mundo concorda, a gente se interrompe e não avança. Tem que discordar. Eu quero que ele discorde. Eu quero que ele pergunte, eu quero que ele questione, porque a gente precisa poder responder. Se a gente não conseguir responder, para que serve? Não vai servir para nada. Todo mundo tem que ser capaz de conseguir entender o porquê que está ali. O problema é que a sociedade não entende e, de uma maneira geral, o governo... incita a sociedade a continuar não entendendo. O condutor acha que pelo fato de ele saber dirigir, que é saber conduzir um veículo. Isso é uma coisa. Agora, ter capacidade para isso, psicológica, física, aí é outra. Porque se saber dirigir fosse suficiente... a gente não teria acidente de trânsito. Porque todo mundo que está dirigindo é porque sabe dirigir. Mesmo assim, a gente tem causas, tem acidentes. E esse acidente tem uma causa. Tá? então os testes psicológicos eles são instrumentos padronizados, Eles foram desenvolvidos através de estudos muito criteriosos, uma coisa que eu jamais teria a capacidade de ser é psicometrista, é desenvolver um teste psicológico, mas eu confio que o instrumento, quando ele me dá um indicador, um indicador de alguma característica que pode trazer um prejuízo para o trânsito essa pessoa nesse momento Nesse momento, ela está restrita ao acesso à habilitação. E quando a gente fala de agressividade, eu acho importante a gente ressaltar alguns pontos que às vezes ficam confusos. A gente às vezes entende a agressividade como, por exemplo, violência. Uma pessoa agressiva é a que necessariamente ela é violenta. Eu vou trazer um fato, eu não sou de Piracicaba, mas eu atuo lá. Piracicaba é a cidade com maior índice de acidentes de trânsito com mortes. em todo o estado de São Paulo no ano de 2024 e no ano de 2025. Dois anos seguidos. a cidade que mais morreu em todo o estado de São Paulo e tem um tem uma um comportamento que é muito comum você observar para quem não é de lá é só ir lá que você vai notar várias coisas e aí você vai entender porque a gente tá nessa posição mas por exemplo o condutor ele tá lá dirigindo, sei lá, a 40 por hora. o carro chega do lado dele e começa a acelerar. Ele começa a acelerar porque ele não quer dar passagem. Se ele vê o pedestre pisando na faixa, Eu venho aqui de Uber. Cara, o Uber só faltou dar um RL com o carro para frear para o pedestre atravessar. Se fosse em Piracicaba, ele jogava o carro em cima do pedestre na calçada, já para não correr o risco dele tentar atravessar na frente dele. Isso é um indicador de agressividade, não pela violência. A agressividade... Ela é uma característica que também está relacionada, por exemplo, à competição. Então, quando eu entendo que um motorista pode tomar a minha frente... chegar no semáforo passar o semáforo e eu não é como se fosse um processo inconsciente a tendência que o acelere isso pode gerar o que uma disputa Uma disputa não à toa que a gente vê o quê? Vou pegar um outro exemplo. a gente tem a tendência, no senso comum, A entender, por exemplo, quando a gente vê uma mulher dentro de um acidente de trânsito. Olha lá, era porque era mulher A causa do acidente é ser mulher. não é a causa do acidente nessa mulher uma mulher está envolvida no acidente de trânsito mas a causa não é Ser mulher. Existe uma causa para isso, não o sexo feminino. Isso é uma cultura, isso é um padrão de pensamento totalmente disfuncional. Porque o seguro de carro é mais barato para quem? Homem ou mulher? Perfil do sexo masculino ou feminino? Feminino. E por que no sexo feminino, aí eu estou fazendo essa análise. A gente tem uma incidência menor de acidente de trânsito, por exemplo, em relação à parte comportamental. Se a gente for pensar em avaliação psicológica, a gente tem que também... separar essas coisas a parte comportamental e emocional do indivíduo e as funções cognitivas dele. E se a gente pegar as duas... Você pode entrar em qualquer pesquisa para causa de acidente de trânsito, ou você vai cair na comportamental... ou você vai cair na cognitiva. Você não vai sair disso. Então não tem como você não ter uma avaliação psicológica num país como o Brasil. Não dá para comparar o Brasil com outro. Nossa, nos Estados Unidos, porra, nos Estados Unidos é diferente. No México é diferente. Lá é o carro, você não compra um Renault Kwid com 100 mil reais. Até valores fica complicado a gente fazer essas comparações. Mas no comportamento do brasileiro é assim. É assim, a mulher tem um indicador de agressividade... comparado ao homem muito menor. Muito menor. Isso é um fator biológico. A testosterona média da mulher é menor do que no sexo masculino. Então, a testosterona é um hormônio que converte em agressividade. Então, a tendência de uma mulher ser agressiva é menor... do que um homem ser agressivo. Quando você gera um score que os dois resultados dão o mesmo valor... Se no caso do sexo masculino ele está numa média de agressividade, ou seja, normal a agressividade desse cara... Esse mesmo valor para uma mulher vai dar alto, não é esperado. Eu vi um vídeo esses dias de um acidente de trânsito com duas mulheres, elas bateram uma... Não dá para ver o que elas falam, né? Mas o fim do acidente é uma abraçando a outra... indo embora cada um para o seu canto. Se fosse no caso, a gente sabe o que aconteceria se isso fosse no perfil masculino. Em média, Em média. A gente sabe o que aconteceria numa situação dessa. Nunca teria um abraço. Nunca teria um abraço, seria um soco antes de perguntar. Quem está errado? Então, eu não consigo enxergar, sendo que a gente tem. Aí eu volto para aquele gráfico. A gente não pode descartar a ciência em ponto nenhum. Não tem como. Quem estudou não tem como ignorar esses fatos e não ficar irritado. E ficar irritado. Que uma pessoa faça um método de trabalho que você tenha que atuar dessa maneira. Quais são as... 90% das causas de acidentes de transição humanas. Onde você vai avaliar isso? Na prática? Não tem como. Então, o exame psicológico, sim. Eu acho que ele é fundamental, inclusive, ele dá mais subsídios... Para entender o quê? se uma pessoa está mais propensa ou não a se envolver em um acidente de trânsito. Obrigado, Osmar.

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08 de abr, 16:24

COMISSÃO ESPECIAL SOBRE ALTERAÇÃO NO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (PL 8085/14)

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Som... Sempre que se falar isso, som... Bom, boa tarde, pessoal. A maioria de vocês não me conhece e a mãe de vocês provavelmente agradeceria isso. Eu quero falar aqui na frente, porque eu fiz esse slide aqui, é o único que eu fiz, eu achei que ele ficou muito bom, então eu quero ficar próximo a ele. porque eu tenho acompanhado as discussões É... do tema. Eu vejo sempre os mesmos pontos serem e eu acho que a gente pode olhar por uma ótica diferente o cenário que a gente tem vivenciado. Eu trouxe aqui é um estudo, quem é da área da psicologia provavelmente já deve ter acompanhado ou se deparado com ele em algum momento. É um estudo, foi uma pesquisa feita por dois psicólogos, criou o efeito Denning-Kruger, que eu tentei esboçar aqui no slide para ficar mais fácil. para entendermos o que esse estudo percebeu. que quanto maior o nível de ignorância de uma pessoa em relação a uma competência, a um assunto, menor é a competência ou conhecimento dela em relação a isso. Até tentei colocar aqui o... O ministro, o ex-ministro, que todos nós adoramos aqui no gráfico, foi até meio difícil diminuir a cabeça dele, mas acho que deu para não cobrir o que isso quer dizer. a gente está num ponto onde uma pessoa sem nenhum conhecimento Nenhum conhecimento sobre o tema de trânsito está querendo legislar sobre isso. Eu fui atrás, fui dar uma pesquisada na formação dele, economista discutindo trânsito. Seguindo ainda aqui nesse gráfico, só pra gente e ir um pouco adiante nele, Óbvio, algumas pessoas, e a gente percebe isso até no nosso trabalho, tá? A gente para aqui. Fica aqui. As pessoas com maior nível de confiança acham que sabem, discutem, debatem aquele tema, defendem, detentores da verdade, enquanto não sabem de nada. mas para aqueles que se aventuram, e começam a buscar mais conhecimento, Esse conhecimento progressivamente aumenta. de uma maneira que a confiança diminui. Ou seja, a gente cai mais ou menos num ponto... Meio socrático, só sei que nada sei. Só que isso faz com que a gente busque mais conhecimento. Tentei até... conciliar isso aqui, comparar com... a instalação dessa comissão. Qual que é a intenção? Entender o cenário. entender o cenário de trânsito. Eu acho que é difícil para leigo. Para mim, às vezes, ouvir, não desmerecendo, mas ouvir os mesmos dados sendo repetidos várias vezes. Acidente de trânsito, causa isso, aquilo. É difícil pra gente que trabalha com isso. com os nossos candidatos, até explicar o nosso trabalho. Para a gente pode ser meio óbvio, Por isso que é chato ouvir, é tão óbvio que é chato ouvir repetidamente. Mas é a intenção. Essa é a intenção. Entender o que está acontecendo. Por quê? Porque conforme a gente vai adquirindo mais conhecimento, Isso vai melhorando até a nossa confiança e vai colocando a gente em um nível Aqui ficou bonito, né? Acho que aqui vai ficar... Todo mundo vai... Vai achar bom aqui, dirigindo a comissão, os deputados aqui. Acho que esse cenário é o que vivemos hoje. no momento atual. A gente está sendo guiado, está sendo obrigado a obedecer normas, regras. Eu não vou, eu até agradeço todo mundo que trouxe aqui dados de mortes, disso, daquilo, repetidas vezes, porque assim, putz, ainda bem, não precisei decorar. Não precisei fazer isso. Porque são os mesmos, eles não vão mudar, isso é ciência. Isso é ciência. Não vai ter nada de diferente nisso. O próximo que vier trazer dados, vai trazer os mesmos dados. E o próximo, e o próximo, e o próximo, porque é assim que isso funciona. É assim que as coisas acontecem dentro do campo acadêmico, que é o que a gente estudou anos, anos. para conseguir entender... E para conseguir colocar em prática para uma pessoa chegar e falar, não, agora... Opa! Não é mais assim que funciona. Agora vai ser de outro jeito, porque o que vocês fazem Não serve. Baseado no quê? baseado no que não serve? Qual é o conhecimento disso? E eu sei que existem muitas dúvidas, inclusive, e a gente se depara com isso todos os dias, com as pessoas que a gente atende. Tá? E, assim, são dúvidas que prontamente a gente conseguiria responder. É... Mantendo ainda aqui o raciocínio no campo acadêmico, a gente pode... Comparar o quê? O que que eu... Eu imagino, qual é a comparação que eu faço com o cenário atual do trânsito? Eu lembro que acho que em torno de 1997 o sistema de ensino foi alterado. Obrigado. eles passaram a atuar como um modelo de progressão continuada. Isso fazia com que os alunos não repetissem mais de anos, eles iam avançando progressivamente. A intenção, talvez, até tenha sido boa. A intenção, assim como todo mundo tem CNH, talvez seja uma intenção boa. É que ninguém... isso diminui a evasão escolar, a gente tem mais pessoas formadas No ensino médio. As estatísticas são boas, não são? Mas e a qualidade do ensino? O que aconteceu no decorrer desse tempo, a longo prazo? Decaiou. Decaiou. Hoje a gente percebe pessoas com baixa capacidade de interpretar texto. A gente recebe isso todo dia no consultório. Eu, particularmente, pego pessoas quando eu leio ali no campo "telefone", Telefone. A resposta, iPhone 13 Pro Max de 512. É uma pessoa que está tirando o CNH porque ela não tem condição, ela está no CNH Brasil. Ela não tem condição de bancar uma habilitação, mas... Esse é o telefone que ela tem. Então, declinou. absurdamente com esse modelo de ensino que foi aplicado. O que vai acontecer com o cenário do trânsito? A gente não precisa nem de um longo prazo para chegar nesses números. A curto prazo a gente já percebe isso. Se precarizou todos os serviços. Todos os serviços. O sistema de formação do condutor: "Ah, pode fazer com qualquer um". Faz com qualquer um, porque é caro, né? É caro, óbvio, é caro. Mas quantas vezes a pessoa tira CNH na vida? Todo mês ela tira CNH? Eu acho que não tira a CNH todo mês, né? Eu acho que ela tira uma vez, mas aí, mas é caro, mas quanto custa um carro? Quanto custa o imposto para manter um carro? Para adaptar para o funcionário, para o combustível, para o... Para aquele aluno arranhar o carro. A mesma coisa que o nosso trabalho é barato, fazer o nosso trabalho. Será que o ministro formado em economia? Formado em economia. Aí é a área dele. Qual é o cálculo que ele fez para avaliar que um exame médico ou psicológico vai custar esse valor. Mas é porque é bom para o cidadão. Quanto? Obrigado. Olha lá, onde tem esse curso que eu vou precisar fazer, porque se continuar desse jeito, a gente vai precisar rever as nossas opções profissionais. Vamos ter que jogar fora, apartar 7, 8 ou 10 anos de estudo, porque não está valendo nada e isso ofende. Eu vim pensando: "Vou trazer parte técnica, mas para quê?" Todo mundo já sabe isso, está todo mundo cansado de saber. Está todo mundo cansado de saber. O nome que está ali na mesa... especialista de psicologia de tráfego, é o mesmo que vocês. Ninguém aguenta mais ser humilhado dessa maneira. É uma humilhação. Som, som, olha lá, som, som, funcionando, né? É uma humilhação para a gente. Não é a questão do valor, é a questão de quanto a gente vale. É a questão de quanto a gente vale. Quanto vale o serviço que você faz? O candidato chega com 100 reais e joga na mesa assim. E às vezes fala: "Pode ficar com o troco". pode ficar com o troco. É isso que a gente ouve com frequência. Para fazer um trabalho que você leva duas, três horas, fora a carga de ensino que você teve que ter, o gasto que você teve que ter para estar ali, o tempo que você teve de estudo, o material que é absurdamente caro, Toma. pode ficar com o troco. É isso que a gente ouve. Ninguém aguenta mais isso. Não sei nem como foi possível chegar nesse ponto, porque, quando isso aconteceu, eu falei que não vão deixar isso acontecer. Pois é, deixaram isso acontecer. Isso aconteceu. Eu só estou aqui hoje. Já vim outro dia, vim de ônibus, como a maioria aqui, porque 90 reais, porque a gente devia ganhar muito. Tem gente que saiu em 1972 de ônibus da cidade para conseguir chegar aqui hoje, parando cidade por cidade, porque não tem dinheiro, tem que fazer vaquinha, porque a gente ganha muito, a gente é muito rico, está todo mundo muito rico. ganhando milhões fazendo esse tipo de exame. E a gente hoje não tem nem a vantagem ainda de ter o Gugu Liberato para fazer a gente voltar de volta para a nossa terra com o caminhão das AL lotado de farofa para a gente comer um ano. Porque nem dinheiro para se alimentar logo, logo a gente vai ter. Então, a gente está num momento muito crítico da nossa profissão. eu não vejo como sendo viável Eu acho que isso é do ponto de vista comum, inclusive da comissão, por isso que eu falei: "Não, eu acho que dá um microfone na minha mão, pelo menos, Eu posso falar alguma coisa que eu penso que é o que meus colegas sentem. Sem ficar trazendo dado técnico, porque isso todo mundo já sabe, talvez para vocês que... estejam tentando entender o cenário, e às vezes eu vejo levantar algumas perguntas do tipo: "Foi feito para a Juliana, mas por que um exame psicológico?" Eu vou trazer alguns outros dados. Eu faço perícia também, como vários colegas, para a Polícia Federal. Já trouxeram esses números, mas o que eu pesquisei, em relação a mortes de acidentes de... por causas externas, Acidente de trânsito está em primeiro lugar, arma de fogo em segundo. Em números, a gente teria em torno de 35 a 37 mil, em média, para acidente de trânsito, e 30 a 33 mil para... a arma de fogo. É um número muito próximo. Agora, vamos pensar nas perícias, porque os dois exames precisam de perícias preliminares da parte psicológica para que a pessoa tenha acesso. No caso do exame, só para concluir aqui, pessoal, no caso da perícia psicológica pré-mar de fogo, ela é realizada a cada dois anos para... profissionais e três para... Atiradores esportivos. E... As mortes por arma de fogo representam em armas registradas 5%, sendo 1% acidentais. Ou seja, a perícia funciona. Ela só não está sendo aplicada da maneira correta. A periodicidade que a gente tem desses exames vai tornar o exame falho, obviamente. Não tem como. A mesma coisa se a gente estiver doente com alguma bactéria e a gente precisar tomar um antibiótico. A cada sete horas, toma a cada três dias esse antibiótico. Ninguém vai melhorar. Não vai funcionar do jeito que está óbvio que precisa ter melhora. Óbvio que a gente precisa se adequar. Só que precisamos de ajuda de vocês, porque É a população toda contra a gente e o governo atual incitando isso. Incitando. A gente é atacado constantemente, coagido até pelos próprios detrans. Você tem que aprovar, você tem que aprovar. E não dá para trabalhar dessa maneira. Fechou? Obrigada.

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