
O representante do INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER defendeu o fortalecimento das políticas de controle do tabagismo, destacando a interferência da indústria na legislação e a necessidade de implementar a proibição de aditivos em produtos derivados de tabaco. O discurso reforçou a importância do julgamento pelo STF sobre a resolução da Anvisa de 2012 e vinculou o combate ao tabagismo ao desenvolvimento sustentável e à erradicação da pobreza.
Representante do INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER defende a política de aumento de preços e impostos sobre produtos de tabaco como medida mais eficaz para reduzir o tabagismo no Brasil. Aponta que a estagnação na queda de fumantes, especialmente entre jovens, deve-se à perda de acessibilidade econômica do cigarro e à forte interferência da indústria, que utiliza argumentos falaciosos sobre o mercado ilegal. Ressalta que o custo social e de saúde causado pelo tabagismo é muito superior à arrecadação tributária, defendendo reajustes contínuos para desestimular o consumo e combater a pobreza.
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