
O coordenador da Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais denuncia a subnotificação de casos de trabalho escravo na cafeicultura, criticando a tese de que seriam episódios pontuais. Defende a ampliação da fiscalização e a criação de uma CPI para investigar as raízes do problema, envolvendo produtores, certificadoras e grandes empresas. Propõe que recursos de danos morais coletivos (TACs) sejam direcionados a comunidades quilombolas para fomentar o desenvolvimento econômico e servir como porta de saída do trabalho escravo.
O COORDENADOR - ARTICULAÇÃO DOS EMPREGADOS RURAIS DO ESTADO DE MINAS GERAIS denuncia a persistência do trabalho escravo contemporâneo, especialmente no setor agrícola, apontando a impunidade dos empregadores, a conivência do Estado e o racismo estrutural. Defende o fortalecimento da fiscalização, a reforma agrária, a manutenção da lista suja e a responsabilização criminal e econômica de grandes corporações e setores produtivos envolvidos.
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