
O Diretor Presidente do Instituto Brasileiro de Infraestrutura defende a importância da flexibilidade na legislação trabalhista ao discutir a redução da jornada de trabalho. Argumenta que setores essenciais de infraestrutura de transportes e logística, como o aéreo, ferroviário e portuário, exigem escalas de trabalho específicas (como 12x36 ou 4x4) construídas através de longa negociação coletiva. Aponta que propostas que proíbem jornadas superiores a 8 horas, sem considerar as particularidades desses serviços, podem gerar insegurança jurídica, custos logísticos adicionais e riscos à segurança operacional. Defende três pilares para qualquer transição normativa: prevalência do negociado sobre o legislado, tratamento diferenciado para atividades essenciais e períodos de transição com avaliação prévia de impacto.
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