
A Presidente - Associação Nacional de Fibromiálgicos e doenças correlacionadas (ANFIBRO defende a necessidade de regulamentar a funcionalidade humana como critério central para políticas públicas e direitos sociais. Argumenta que a abordagem biopsicossocial, baseada na Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), é essencial para garantir a inclusão de pessoas com condições invisíveis, doenças raras e crônicas. Propõe a criação de um programa nacional de capacitação para peritos, a adoção de instrumentos padronizados de avaliação e a obrigatoriedade de gravação e fundamentação técnica nos pareceres periciais para assegurar transparência e evitar a exclusão indevida.
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