Cristiane Braga

Cristiane Braga

Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo - Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo

Últimos Discursos

27 de mai, 16:14

GRUPO DE TRABALHO SOBRE CRIMES PRATICADOS EM RAZÃO DE MISOGINIA

Resumo Inteligente

A Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo defende a necessidade de integração entre órgãos públicos e a introdução da temática de combate à violência contra a mulher como eixo transversal na educação. Destaca que o desconhecimento sobre o ciclo da violência impede que muitas mulheres identifiquem os sinais de progressão para o feminicídio. Enfatiza a importância da tipificação penal, da denúncia, da busca ativa por casos subnotificados e da adoção de estratégias que envolvam prevenção, educação e repressão para garantir a proteção integral às mulheres.

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27 de mai, 16:11

GRUPO DE TRABALHO SOBRE CRIMES PRATICADOS EM RAZÃO DE MISOGINIA

Resumo Inteligente

A Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo defende que, para combater o feminicídio, é necessário superar o problema da subnotificação por meio da educação e da prevenção. Ressalta que a atuação estatal deve ir além da repressão ao crime após o fato consumado, priorizando o acolhimento da mulher desde o primeiro sinal de violência. Defende a integração da rede de proteção — incluindo atendimento psicológico e assistência financeira — para que a vítima tenha condições de romper o ciclo de violência. Por fim, enfatiza a necessidade de tornar a legislação brasileira, que considera uma das melhores do mundo, plenamente eficaz através de monitoramento contínuo das medidas protetivas e ações coordenadas entre os órgãos públicos.

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27 de mai, 15:31

GRUPO DE TRABALHO SOBRE CRIMES PRATICADOS EM RAZÃO DE MISOGINIA

Resumo Inteligente

A Coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo discute o enfrentamento à violência contra a mulher, destacando a importância de políticas públicas e ações intersetoriais. O discurso enfatiza o papel das delegacias especializadas, o monitoramento de casos por meio de ferramentas como o SP Mulher, e a necessidade de desconstrução cultural da misoginia, incluindo ações educativas em escolas.

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