
O Advogado da Federação dos Pescadores do Estado da Bahia defende que os impactos do desastre do Rio Doce no extremo sul baiano são tecnicamente reconhecidos em documentos oficiais da governança da reparação. Questiona por que as comunidades pesqueiras locais, apesar do reconhecimento jurídico dos danos, não recebem o mesmo tratamento nos programas de reparação que outras regiões afetadas.
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