
O parlamentar discute a importância de um marco regulatório para a autogestão na produção de moradias populares, apresentando-a como um instrumento de solidariedade, libertação da classe trabalhadora e resistência à mercantilização do direito à habitação. O discurso defende o papel do Estado como indutor e regulador, alinhado à luta de movimentos sociais e ao programa Minha Casa Minha Vida, além de mencionar a necessidade de fortalecer a participação de entidades e cooperativas habitacionais.
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