
A mãe do Paulo relata a angústia de não ter recebido um medicamento essencial para o tratamento do filho, apesar de haver uma decisão judicial do STF favorável desde 2024. Ela critica a demora e a omissão do Ministério da Saúde em cumprir a determinação antes da suspensão imposta pela Anvisa, mencionando o descaso no atendimento que recebeu de um funcionário público. O discurso questiona quem se responsabilizará pela vida das crianças diante do descumprimento contínuo de decisões judiciais por parte do Estado.
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