
O Chefe do Laboratório de Tecnologias Contra a Lavagem de Dinheiro da Receita Federal do Brasil destacou a importância da colaboração entre o órgão e o setor privado no contexto do mercado de criptoativos. Ressaltou o papel do órgão na fiscalização e investigação, enfatizando o compromisso com a transparência e a construção participativa de normas, citando como exemplo o diálogo estabelecido com entidades do setor durante o processo de regulamentação.
O Chefe do Laboratório de Tecnologias Contra a Lavagem de Dinheiro da Receita Federal do Brasil apresentou um panorama sobre a atuação do órgão no monitoramento do mercado de criptoativos e stablecoins. Destacou o histórico normativo, mencionando a IN 1.888/2019 e a nova IN 2.291/2025, além do alinhamento com padrões internacionais de reporte. O orador enfatizou que a Receita não atua como reguladora do mercado, mas sim como órgão de fiscalização e investigação que utiliza dados para monitorar o setor, ressaltando a dominância das stablecoins, especificamente o USDT, nas operações realizadas no Brasil.
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