
O FACISC defende a atualização dos limites do Simples Nacional, argumentando que a medida não representa uma renúncia fiscal, mas sim a recomposição do valor real das tabelas corroído pela inflação acumulada de 83% desde 2018. Ressalta que o reajuste é fundamental para fortalecer a competitividade, a geração de empregos e o desenvolvimento econômico do país, reafirmando o papel do Simples Nacional como um instrumento essencial de inclusão produtiva.
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