
A Conselheira da ABRACM defende a sistematização da legislação voltada ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) em um único instrumento legal, visando facilitar a compreensão e o acesso aos direitos. Enfatiza que o diagnóstico deve ser o início de uma rede de suporte e cuidado multiprofissional, integrando saúde, educação e assistência social. Ressalta, ainda, a necessidade de investimentos na formação continuada de profissionais e na garantia de que as políticas públicas sejam efetivamente cumpridas ao longo de toda a vida da pessoa autista, combatendo a escassez de assistência e a fragmentação normativa.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.