
A palestrante discorre sobre a atuação de consultoras surdas que realizam trabalhos de interpretação de Libras, destacando a importância da formação oferecida e da utilização de uma estrutura de linguagem adequada à comunidade surda.
A palestrante detalha o processo de capacitação de sua equipe televisiva em acessibilidade, incluindo Libras e audiodescrição, e defende a presença de jornalistas bilíngues nas emissoras públicas, destacando os desafios financeiros e estruturais para a implementação dessas tecnologias.
A palestrante apresenta a experiência da TV UFG com o Laboratório de Tradução Audiovisual Acessível (LabTave), destacando o uso de formato bilíngue e a inclusão de pessoas surdas em todas as etapas da produção jornalística para garantir maior acessibilidade e cidadania.
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