
A palestrante explica, sob uma perspectiva leiga, o processo de tradução entre o português e a Libras, detalhando o conceito de glosa como ferramenta para adequar a estrutura linguística às especificidades da sinalização.
A palestrante discute a aplicação da linguagem simples e da Língua Brasileira de Sinais (Libras) no jornalismo universitário, destacando desafios pedagógicos, a necessidade de adaptação técnica para acessibilidade e a importância da inclusão de estudantes surdos na área.
A palestrante descreve a estrutura e as adaptações necessárias em reportagens televisivas para a utilização da Língua Brasileira de Sinais, discutindo o protagonismo do repórter e o enquadramento adequado para a sinalização.
A palestrante detalha os desafios técnicos e metodológicos da produção de reportagens televisivas adaptadas em Libras, enfatizando a necessidade de ajustes na narrativa e na estrutura visual para garantir a acessibilidade do público surdo.
A palestrante detalha o processo de tradução e legendagem de conteúdos em Libras para promover acessibilidade, citando como exemplo a produção de uma série informativa sobre a legislação eleitoral para as eleições de 2024.
A palestrante descreve um projeto de extensão universitária que promove a acessibilidade na produção de conteúdo audiovisual em uma emissora educativa, integrando estudantes de jornalismo e de Libras.
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