
Participante defende direitos de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, apoia Artigo 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente, propõe fortalecimento de conselhos de direitos e comitês de participação. Critica falta de priorização da pauta da infância e adolescência por gestores e elogia incidência do Poder Judiciário. Conclui pedindo respeito às crianças, independentemente de sexualidade, e rejeição de discursos conservadores e tradicionais.
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