
A participante discute a necessidade de considerar as especificidades regionais no financiamento do Programa Brasil Saudável. Destaca a vivência de populações rurais, ribeirinhas e quilombolas no Norte do país e ressalta a importância de levar ações de prevenção a todos os espaços. Apresenta uma iniciativa desenvolvida em Rondônia: uma caderneta específica de saúde para a população trans, voltada a qualificar o atendimento profissional e ampliar o acesso à rede de cuidados, como a PrEP e a PEP. Defende a capacidade produtiva das travestis no movimento social e propõe a expansão da caderneta para todo o território nacional.
Participante é educadora popular e psicóloga, valorizando sociedade civil em políticas com conhecimento territorial. Na maioria de LPIs/casas de passagem, problemas de baixa remuneração e alta rotatividade afetam continuidade dos serviços de saúde mental. Sua ideia é equipe mínima com técnicos de enfermagem, reconhecendo papel e impacto da sociedade civil.
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