
A Debatedora e Palestrante apresentou o processo de criação da norma técnica sobre linguagem simples, abordando articulações, apoio institucional, grupos de trabalho, tradução da norma ISO e consultas públicas. Destacou a colaboração em rede, a linguagem inclusiva e o papel de associações e laboratórios de inovação, finalizando com a necessidade de fortalecer redes e estruturar práticas de linguagem simples no Brasil.
A debatedora e palestrante sugere criar um canal no TikTok para divulgar a linguagem simples, destacando a importância dessa iniciativa.
A Debatedora e palestrante destacou a importância da linguagem simples, mencionando a contribuição da professora Maria Otília no Brasil. Enfatizou que a simplicidade na comunicação é essencial, especialmente considerando que uma grande parte da população enfrenta dificuldades de compreensão leitora. A reflexão chamou atenção para a necessidade de justiça social e a importância de ouvir as demandas da população.
A debatedora e palestrante abordou a implementação da linguagem clara no Brasil, discutindo críticas sobre racismo estrutural e o termo "simples". Destacou a importância da clareza na comunicação, citou iniciativas em instituições e suas dificuldades nesse campo, defendendo o resgate do valor do simples e a evolução do discurso.
A Debatedora e palestrante abordou a relação entre linguagem simples e formalidade, ressaltando a importância da precisão técnica no serviço público e a adaptação da comunicação ao público. Reconheceu a mudança de paradigma em andamento e elogiou os participantes como agentes dessa transformação.
A debatedora e palestrante compartilhou uma experiência divertida ao acessar um site chileno que chamava a Câmara dos Deputados de "Câmara das Deputados e Deputados". Comentou sobre a linguagem inclusiva e sua importância, mencionando dificuldades enfrentadas em projetos de lei devido à resistência a termos de linguagem neutra. Acredita que, apesar dos avanços, ainda levará muito tempo para alcançar mudanças significativas no Brasil.
A debatedora e palestrante aborda a importância da linguagem simples para a mudança, ressaltando a efetividade de abordagens horizontais e verticais. Destaca a necessidade de métricas para avaliar resultados em comunicação e a dificuldade na coleta de dados. Propõe um planejamento sistêmico e multidisciplinar, com gestão de mudança e cursos gratuitos para estruturar projetos de forma sustentável.
A palestrante enfatizou a importância do trabalho no serviço público, destacando o valor do atendimento ao cidadão e a necessidade de reconhecer a experiência de quem está na linha de frente. Ressaltou que essa vivência é um tesouro que deve ser valorizado, comparando com práticas do setor privado, como UX Writing. Defendeu que as instituições precisam amadurecer no reconhecimento desse conhecimento.
O discurso destaca a importância da testagem com o usuário para uma comunicação eficaz, conforme apontado na norma ISO de linguagem simples. Enfatiza que documentos críticos devem passar por esse processo de testagem, embora reconheça a dificuldade prática de aplicar isso em todas as comunicações diárias. O orador também menciona a falta de definição clara da linguagem simples antes da norma ISO e a necessidade de equilibrar usabilidade com as limitações do contexto real em que se trabalha.
A debatedora e palestrante aborda a maturidade da linguagem simples no Brasil, ressaltando que o país chegou tarde ao tema. Embora tenha havido avanços, a transformação cultural em comunicação clara ainda é desafiadora. Ela destaca a necessidade de mudar a cultura organizacional e a percepção sobre "falar bonito". Compara o Brasil a países que adotam a linguagem simples há décadas e observa os progressos no movimento por comunicação acessível.
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