
Discutiu-se a auditoria independente para entidades com receita acima de 4,8 milhões, considerando o teto do Simples Nacional. Perguntas sobre a resistência a esse limite foram levantadas, considerando que a maioria das ONGs é pequena. A proposta sugere discutir a necessidade de aumentar o teto, e não revogar a norma de compliance. Também se abordou a remuneração dos dirigentes, afirmando ser importante manter limites para evitar a distribuição disfarçada de lucros, convidando a discutir abrangência e aplicação das normas já existentes.
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