
A Diretora do Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilâncias de Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde destacou a importância do imposto seletivo no contexto da reforma tributária, enfatizando que doenças crônicas não transmissíveis são a principal causa de morte no Brasil, com 760 mil óbitos anuais. Ela defendeu medidas regulatórias que influenciam o comportamento, como a tributação, para reduzir o consumo de tabaco, álcool e alimentos ultraprocessados, que acarretam altos custos ao Sistema Único de Saúde e à economia. O imposto seletivo é visto como uma estratégia custo-efetiva para promover a saúde.
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