
A platéia enfatizou a crise de efetivo na polícia militar e civil, com 18.673 e 8.696 policiais ativos, respectivamente. Existem 3.878 policiais civis aptos a tomar posse e orçamento para nomear 800 em junho, mas ainda não houve aplicação. Também mencionaram a aprovação do PLN 12 para facilitar as nomeações na polícia civil, aguardando informações do GDF.
Policial militar respeita hierarquia, cita déficits na saúde mental policial devido a trabalho excessivo e crime organizado. Suge descentralização psicológica, questionários anônimos, benefícios, e aproveitar mão-de-obra qualificada na PM. Orgulhoso de ser policial de rua, filho de soldado morto em serviço.
Platéia questiona dificuldade de compreender assuntos políticos; sugestiona uso de mídia pública para melhor comunicação com a população, combatendo desconexão e "recorte da realidade" que pode levar a extremismos.
A Platéia expressou vergonha pela falta de parlamentares homens presentes, lamentando que a mulher tenha que assumir papéis como ajudar os homens. Criticou a presença de Arthur Lira na presidência da câmara, considerando-a revoltante. Apesar de valorizar a iniciativa, ressaltou a necessidade de avançar na luta por representatividade e reconhecer as falhas atuais.
Vergona por falta de outros parlamentares homens; apoia iniciativa, mas revoltada com situação atual; fala encerra reunião de forma positiva, mas destaca necessidade de mudança urgente.
Homem negro elogia evento antirracista e antimisógino, experiência como bissexual cisgênero; promove "masculinidade consciente", questiona estereótipos machistas; família apoia avanços de mulheres e minorias em poder, combate hipermasculinidade tóxica.
Platéia destaca a importância do combate ao racismo e machismo, ressaltando que esta responsabilidade não recai apenas sobre os negros e mulheres. Aborda a desconstrução de estereótipos masculinos, compartilhando sua experiência como homem negro bissexual. Fala sobre a influência da família na formação de masculinidade e o desafio de expressar amor. Comenta sobre a importância de ampliar a discussão sobre masculinidade e a necessidade de espaço para vozes diversas, além de alertar sobre a crise de masculinidade em meio a mudanças sociais. Encerra agradecendo pela oportunidade de compartilhar.
Campanha de consciência sobre privilégios masculinos, essencial no espaço, pode continuar dependendo da câmera. Platéia elogiou palestra de Fernando sobre consciência de privilégio masculino e liderança na gangue.
Platéia destaca a importância da consciência sobre o papel de cada um, parabeniza os participantes pela presença e coordenação, e questiona sobre a continuidade da campanha. Menciona que ser homem é um privilégio, mas o ambiente ainda é ruim, enfatizando a necessidade de reflexão sobre esse privilégio. A continuidade da campanha depende da rádio câmara.
Platéia discute a importância de ser anti-machista e a necessidade de transformar a sociedade. Destaca que a singularidade do ser homem varia com a idade e a raça, enfatizando que ser homem preto é diferente de ser homem branco. A vulnerabilidade social e a aceitação entre homens são abordadas, além das dinâmicas de interação no contexto masculino, que muitas vezes se concentra em realizações pessoais. O papel da educação popular e a expressão emocional entre homens também são mencionados.
A plateia discutiu a importância de ser "antimachista", considerando as diferentes dimensiones como etária e social. Ela também mencionou a necessidade de variedade de abordagens, como conversas em duplas, para abordar esses tópicos em educação. Ela ressaltou a importância de aceitação e autenticidade, evitando esconder sentimentos e realizações. Parabéns pela iniciativa foi expressa ao final.
Arquitetura pode ser machista através de sesgos em algoritmos ainda não widespread, exemplo: algoritmos selecionando líderes provavelmente não mostrariam mulheres ou pessoas negras. Contra isso, mudamos por meio de conscientização.
Platéia questiona sobre a relação entre arquitetura e machismo, mencionando a influência de algoritmos potencialmente discriminatórios, como racistas e machistas, na sociedade. Expressa preocupação com o futuro, especialmente para sua filha, em um mundo onde essas tecnologias se tornam comuns, e busca entender como evitar essas armadilhas na arquitetura.
Participante gostou da palestra, mas acha que falta novidade no assunto. Elas perceberam machismo em sua fanfarra "Muralha" e querem combatê-lo, mas não conseguiram fazer com que todos no grupo escutem. Pediram a uma amiga, Laura, para ser regente, mas ela foi questionada e se calou, deixando a situação sem solução. Participante procura maneiras de acessar e combater atitudes machistas no grupo e se pergunta sobre a eficácia dos workshops.
Platéia elogiou a palestra, mas sentiu falta de novidades. Compartilhou experiências em uma fanfarra chamada Muralha, onde as meninas deixaram de reconhecer o espaço como anti machista. Reconheceu seu machismo coletivo e questionou como abordar a questão coletivamente. Relatou um incidente em que uma amiga foi questionada por ser regente, o que evidenciou a resistência ao machismo no grupo. Buscou maneiras de acessar e envolver pessoas que não estão dispostas a ouvir, sentindo que a discussão acontece apenas entre aqueles que já estão cientes do problema.
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