
Conselheiro do CNJ descreve seu papel como facilitador e intermediário na negociação, sem poder de decisão judicial. Ele destaca que o Supremo Tribunal Federal tem função distinta e que a meta do encontro de março não é chegar a um acordo, mas sim estabelecer tarefas e organizar demandas para avançar na redação.
Conselheiro do Conselho Nacional de Justiça afirmou sobre acordo de Mariana: original foi insuficiente, novo acordo precisa atender governos, empresas e pessoas atingidas, objetivo é resolver problemas de reassentamento e atividades profissionais. Discussões com novo Governo Federal em andamento. CNJ busca inclusão de demandas das pessoas atingidas no novo acordo.
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