
ABRAI luta por direitos intersexos, denuncia invisibilidade e mutilação de bebês; busca políticas públicas, acesso a saúde e fim da invisibilidade.
A Presidente da Associação Brasileira Intersexos - ABRAI destacou a invisibilidade da população intersexo no Brasil, a falta de direitos, como a emissão de certidões de nascimento e CPF. Enfatizou a luta por políticas públicas e a necessidade de uma lei específica, além de abordar os danos causados por cirurgias em bebês intersexo e a falta de acesso a saúde e medicamentos. Apelou para o reconhecimento dos direitos de cidadania e o fim das violências institucionais enfrentadas por mães de crianças intersexo.
A Presidente da Associação Brasileira Intersexos - ABRAI destacou a invisibilidade da população intersexo no Brasil, ressaltando a falta de dados e direitos, como a dificuldade em obter certidão de nascimento e CPF. Ela denunciou mutilações em bebês intersexos e a necessidade de políticas públicas específicas, além de apontar violências obstétricas e institucionais enfrentadas por essas famílias. A luta por cidadania e acesso à saúde foi enfatizada, pedindo apoio para garantir direitos básicos e um reconhecimento mais amplo da questão intersexo.
A Presidente da Associação Brasileira Intersexos - ABRAI destacou a invisibilidade da população intersexo no Brasil e a luta por direitos básicos, como a certidão de nascimento e CPF, que frequentemente não são garantidos. Ela mencionou a necessidade de políticas públicas específicas e denunciou práticas médicas que resultam em mutilações. Além disso, ressaltou a falta de acesso a medicamentos e a invisibilidade enfrentada pelas mães de crianças intersexos, que sofrem com violências institucionais e falta de apoio financeiro. Por fim, pediu uma compreensão mais ampla sobre os direitos de pessoas intersexos, além das questões de gênero.
A Presidente da Associação Brasileira Intersexos - ABRAI destacou a invisibilidade e a luta pelos direitos da população intersexo no Brasil, mencionando a ausência de dados e garantias de cidadania. Ela citou a dificuldade no registro civil, acesso a documentos e políticas públicas, além das cirurgias que causam danos permanentes. A necessidade de regulamentação e apoio para legislações específicas foi enfatizada, assim como a luta contra violências obstétricas e a desamparo das famílias. O apelo foi por maior visibilidade e direitos para pessoas intersexo, além de um reconhecimento pleno na lei.
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