
Procurador da República destaca falta de dados sobre mortes LGBTQIA+ no Brasil e necessidade de políticas públicas para mapear situação e combater alta taxa de mortes, aludindo a projetos de lei adversos à comunidade.
O Procurador da República falou sobre a invisibilidade de dados referentes à população LGBTQIA+ no Brasil e a urgência de ações concretas para mudar esse cenário. Destacou a importância da produção de dados pela sociedade civil e lamentou a violência política enfrentada, especialmente por deputadas transexuais e lésbicas. Mencionou iniciativas do Ministério Público Federal, como notas técnicas e sugestões para combater o lesbocídio. Enfatizou a necessidade de políticas públicas que mapeiem a situação da comunidade e a inclusão de dados no censo demográfico e outros setores oficiais. Agradeceu pela oportunidade de discursar.
O Procurador da República destacou a importância da produção de dados sobre a população LGBTQIA+, ressaltando a invisibilidade no Brasil e a alta taxa de violência sofrida por essa comunidade. Ele mencionou ações do Ministério Público Federal em busca de políticas públicas e de reconhecimento dos direitos desse grupo. O discurso enfatizou a necessidade de enfrentar a violência política e sugeriu a criação de um dia de combate ao lesbocídio. Além disso, abordou a importância de mapear projetos de lei que afetam a comunidade e a produção de dados por diferentes órgãos, como o IBGE.
O Procurador da República destacou a importância de produzir dados sobre a população LGBTQIA+ e a necessidade de combatê-los à invisibilidade. Ele mencionou a alta taxa de mortes dessa comunidade no Brasil e criticou a falta de ações concretas. O procurador ressaltou a violência política enfrentada por representantes LGBTQIA+ e a necessidade de políticas públicas eficazes, como o mapeamento demográfico e a inclusão de nome social. Ele sugere monitorar projetos de lei e estratégias para enfrentar a ofensiva anti-LGBTQIA+.
Procurador da República reconhece violência política de gênero contra pessoas LGBTQIA+, propõe pedido público de desculpas e produção de dados para políticas públicas, enfatizando importância de pessoas trans e travestis em cargos de decisão.
O Procurador da República expressou preocupação com a possível revogação do casamento homoafetivo e a violência política contra mulheres cis e trans. Agradeceu às autoridades presentes e destacou a importância de um pedido público de desculpas à comunidade LGBTQIA+, além da necessidade de coleta de dados para visibilidade e elaboração de políticas públicas. Enfatizou a inclusão de pessoas trans em cargos de decisão e a urgência de garantir que suas vozes sejam ouvidas.
O Procurador da República expressou preocupação com a possibilidade de revogação do casamento homoafetivo e a violência política contra mulheres cis e trans. Ele destacou a importância de um espaço seguro para a comunidade LGBTQIA+ e propôs que o Legislativo considere pedidos de desculpas simbólicos e a produção de dados sobre essa população. Além disso, enfatizou a necessidade de ações afirmativas e inclusão de pessoas LGBTQIA+, especialmente trans e travestis, em cargos de decisão e políticas públicas.
O Procurador da República expressou tristeza pela discussão legislativa que visa reverter a autorização do casamento homoafetivo e os ataques à existência das pessoas LGBTQIA+. Ele destacou a importância de reconhecer e pedir desculpas à comunidade, e enfatizou a necessidade de produção de dados para políticas públicas eficazes. Defendeu a inclusão de pessoas LGBTQIA+, especialmente trans e travestis, em espaços de decisão e agradeceu pela sensibilidade ao tema.
O Procurador da República expressou preocupação com ataques à comunidade LGBTQIA+ e o debate sobre o casamento homoafetivo. Destacou a necessidade de um pedido de desculpas simbólico à comunidade, mencionou a invisibilidade dos dados sobre essas pessoas e defendeu a importância de políticas públicas que atendam suas demandas. Ressaltou a urgência de garantir espaço e voz para pessoas trans e travestis em posições de decisão.
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