
Maria do Rosário, senhoras e senhores parlamentares e e todos que nos acompanham. Hoje estamos diante de desafio global que transcende fronteiras, classes sociais e gêneros. A crise climática. No entanto devemos reconhecer que seus efeitos, por vezes devastadores, são profundamente desiguais, impactando mais intensamente as populações em situação de vulnerabilidade, dos quais infelizmente se destacam as mulheres e meninas espalhadas em vários cantos do planeta, especialmente aquelas que vivem em contexto de vulnerabilidade extrema, com a privação de seus direitos mais fundamentais. Construir mundo justo e planeta sustentável, não deveria ser obstáculo a superar, mas sim a base natural das nossas ações e decisões. Nossa discussão nessa sessão portanto, não é apenas sobre mitigar os efeitos da mudança climática, mas sim sobre garantir que a justiça climática seja 1 realidade para todos, com especial atenção às mulheres e às meninas, que representam a esperança e a força de nossas comunidades. Essa sessão de trabalho que promove a justiça climática e o desenvolvimento sustentável sob a perspectiva de gênero e raça, reforça a importância de colocarmos esses temas no centro das nossas agendas. Em julho deste ano, na primeira reunião de mulheres parlamentares do P 20 realizada em Maceió, aprovamos a carta de Alagoas, Alagoas perdão. Esse documento histórico, define recomendações claras para promover a igualdade de gênero, e fortalecer a resiliência de mulheres e meninas em face às mudanças do clima. O ponto central da carta, é a necessidade de direcionar investimentos para políticas climáticas sensíveis ao gênero. Precisamos de financiamento público, que apoie a criação de sistemas de cuidado acessíveis, e que promovam a segurança econômica e principalmente a sustentabilidade das mulheres e meninas. No Brasil como em tantos outros países, a mulher tem papel essencial no combate à fome, à pobreza e à desigualdade. Quase metade dos lares brasileiros, são liberados por mulheres, que por sua vez, conhecem de perto o desafio de garantir o sustento familiar. Desse total, 60 por 60 por 100 são mulheres negras. Essa experiência fortalece seu compromisso, com o equilíbrio climático, reconhecida a interdependência entre o cuidado da família e o cuidado com a natureza. Nossa responsabilidade senhora presidente, enquanto parlamentares, é utilizar a nossa posição para adotar e promover legislações, que não apenas reconheçam, mas que tratem com eficiência e desigualdades agravadas pelas crises ambientais. Isso envolve, como aponta carta, a necessidade urgente de políticas que valorizem o trabalho não remunerado de cuidados, essencial em tempos de crise, e desempenhado principalmente por mulheres. Este reconhecimento pode transformar a maneira como nossas sociedades respondem a eventos climáticos extremos. Para além das ações locais, a cooperação internacional é indispensável. Neste contexto o P 20 nos oferece, 1 plataforma única, para unir forças, e pressionar por compromissos globais, que respeitem, e promovam as contribuições das mulheres, na luta contra a crise climática. É essencial reforçar a importância de 1 transição ecológica justa e inclusiva, onde as legislações, não só considerem as mulheres, a população negra e indígena, mas que coloquem esses grupos como protagonistas desse processo. Devemos devemos buscar e promover políticas, que incentivem a participação ativa de mulheres nos espaços de decisão climática, a participação ativa de mulheres nos espaços de decisão climática, a justiça climática exige, que as mulheres tenham acesso à mesa em todos os níveis de decisão, desde a criação da política até a sua implementação. Somente assim seremos capazes de construir 1 transição ecológica verdadeira verdadeiramente inclusiva, que proteja a nossa biodiversidade e enfrente à pobreza e assegure principalmente a igualdade de gênio, inclusive sob a perspectiva. De gênero também. O instrumental normativo do Brasil possui legislações que tratam da justiça climática, de gênero, e raça de América dispondo sobre a proteção de pessoas em em situação de vulnerabilidade, por forma ampla e até inclusiva. Porém é preciso mais, é preciso políticas afirmativas, nesse sentido. Bom senhora presidente eu vou encerrar porque o discurso está em torno do mesmo propósito e já agradecendo a todos pela pela oportunidade obrigada. Muito obrigada, senadora Leila.
Ausência aqui do presidente Arthur Lira ele teve que se ausentar por causa de 1 reunião bilateral, que foi previamente agendada. E ao encerrar essa sessão eu agradeço às autoridades presentes e a todos que nos honraram com seu comparecimento. Em seguida, teremos início a primeira sessão de trabalhos do fórum parlamentar do G 20 com o tema, promovendo a justiça climática e o desenvolvimento sustentável sob a perspectiva de gênero e raça. Declaro encerrada a presente reunião e vamos para o debate, obrigada.
De conceder a palavra a senhora secretáriageral das relações exteriores, a senhora embaixadora Maria Laura da Rocha, representando o seu ministro de estado das relações exteriores, Mauro Vieira, por 3 minutos. Seja muito bemvinda. Muito obrigada.
Senhor presidente desta casa, a câmara federal do nosso país, o Brasil, deputado federal Arthur Lira, ao qual é o cumprimento também a senhora presidente da união interparlamentar Júlia a Edson comprimento também a deputada Federal é a nossa querida coordenadora da bancada feminina na Câmara dos Deputados a deputada Benedita da Silva A senhora segunda secretária da mesa diretora da câmara dos deputados, deputada federal Maria do Rosário. Secretáriageral das relações exteriores, embaixadora Maria Laura, da Rocha, representandose o ministro de estado das relações exteriores, Mauro Vieira. Também cumprimento de forma muito carinhosa o nosso líder do governo no Congresso Nacional, que hoje é o aniversariante do dia, Senador Randolfe Rodrigues é em nome dele eu cumprimento todos os deputados deputados deputados senadores e senadoras deste congresso Bom primeiramente eu gostaria de saudar e agradecer a presença dos representantes de vários pagamentos estrangeiros de organizações internacionais e todos os que vieram a Brasília para esse encontro do p20. 20. Sejam muito bemvindos à nossa capital federal e minha querida cidade natal que é Brasília. É com grande honra e satisfação que eu participo da abertura do fórum parlamentar do g 20, dedicada a impulsionar as recomendações estabelecidas pela primeira reunião de mulheres parlamentares do p 20, realizadas nos dias e 2 de julho passado, em Maceió. Tivemos aqui o nosso grande anfitrião que foi grande evento a todos que estiveram lá sabem o quão o quão calorosa foi a recepção a todos nós então, já agradecendo o deputado Arthur, né pela receptividade que o evento maravilhoso que se estende na data de hoje ainda se estende para a data de hoje mas ainda por ter tido a oportunidade de estar presente na capital de Alagoas que é 1 capital incrível e ao mesmo tempo em que saúde o presidente da câmara dos deputados deputado Arthur Lira eu não poderia deixar de iniciar essa fala reconhecendo o empenho o compromisso de sua excelência na realização deste evento pioneiro para as mulheres no âmbito do g20. Também não poderia deixar de agradecer ao presidente do senado federal, Senador Rodrigo Pacheco, pela deferência e gentileza de me indicar como líder da bancada feminina no senado do senado federal para representar o Senado nesta sessão senhoras e senhores congressistas a primeira reunião de mulheres parlamentares do p20 marca importante avanço na nossa diplomacia parlamentar e nos permite reforçar o compromisso com desenvolvimento inclusivo, justo e sustentável em nível global. Como é sabido, o Brasil em sua presidência rotativa do G 20, tem priorizado 3 eixos fundamentais. O combate à fome e à desigualdade, o desenvolvimento sustentável em suas 3 dimensões, econômica, social e ambiental, e a reforma da governança global nesse contexto a reunião de mulheres parlamentares em Maceió destacou questões centrais para promover a Equidade e inclusão apresentando 1 pauta decisiva para o nosso conjunto de trabalho. A declaração final dessa reunião, conhecida como a carta de Alagoas, identificou 3 áreas prioritárias. A climática e desenvolvimento sustentável para as mulheres e meninas, a ampliação da representatividade feminina em espaços decisórios, e o combate às desigualdades de gênero e promoção da autonomia econômica das mulheres. Ao discutir discutirmos a justiça climática, sabemos que os impactos das mudanças climáticas recaem de forma desproporcional sobre as mulheres e populações mais vulneráveis. Nesse fórum, temos a oportunidade de compartilhar legislações, políticas públicas e boas práticas que promovam 1 transição ecológica justa e inclusiva. Precisamos assegurar que nossos compromissos ambientais incluam a perspectiva de gênero e garantam que todas as pessoas, independentemente de sua origem, gênero ou condição social, tenham acesso igualitário aos benefícios de planeta sustentável. A representatividade feminina é lugar essencial. Sabemos que a sociedade só pode ser verdadeiramente democrática e justa quando as mulheres estão igualmente representadas nas decisões que impactam suas vidas e suas comunidades. Encorajo os parlamentares, e principalmente os parlamentares aqui presentes, a refletirem sobre os avanços e desafios que cada dos nossos países enfrenta nesse sentido. E a considerarem políticas que incentivem a participação e liderança de mulheres em todos os níveis de poder. Por fim, autonomia econômica das mulheres é fundamental para combater as desigualdades. Mulheres com controle sob suas rendas e seus recursos, contribuem diretamente para a redução da pobreza e para o crescimento de suas comunidades. Este fórum deve ser, deve ser, espaço para promover iniciativas que garantam o acesso igualitário ao emprego, à educação financeira e aos mecanismos de proteção social, criando condições para que as mulheres possam prosperar economicamente. O fórum parlamentar do G 20 de hoje, é também 1 ocasião muito especial para entregarmos oficialmente, como foi feito agora a declaração final da carta de Alagoas, a décima cúpula dos presidentes dos parlamentos do G 20. Esse documento é mais do que 1 carta de intenções. É compromisso concreto, que precisa ser sustentado por ações legislativas, políticas públicas e principalmente cooperação internacional. Das 17 recomendações da carta de Alagoas, eu gostaria de destacar ponto para reflexão dos representantes dos parlamentos aqui presentes. A recomendação para que em todos os anos, as sessões de trabalho do P 20 sejam iniciadas com a reunião das mulheres parlamentares, e concluo minha fala reiterando que o sucesso desse fórum será medido pela nossa capacidade de transformar essas recomendações em ações práticas. Vamos trabalhar juntas, para que nossas parlamentares, nossos cidadãos e as futuras gerações possam contar com o mundo mais justo, sustentável e e com igualdade de gênero. Muito obrigada. Nesse momento tenho a honra de conceder a palavra.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.