
Cumprimento o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e agradeço a presença. Senhora senadora Leila Barros, coordenadora da bancada feminina do Senado Federal, senhora Tulia Axeon, presidente da União Interparlamentar, senhora deputada federal Benedita da Silva, coordenadora da bancada feminina na Câmara dos Deputados, senhora deputada federal Maria do Rosário, segunda secretária da mesa diretora da Câmara dos Deputados, senhoras e senhores parlamentares brasileiros, senhoras e senhores parlamentares dos países do G 20 e dos países e organizações internacionais convidadas, senhoras e senhores, é 1 grande satisfação poder participar no Congresso Nacional do Fórum Parlamentar do G 20, em seguimento a primeira reunião de mulheres parlamentares do P 20, na qual tive a honra e o prazer de estar presente em julho passado. Naquela ocasião em Maceió, parlamentares mulheres de 26 países aprovaram a carta de Alagoas. As recomendações constantes da carta, como aqui foi bem explicado, têm como eixo os principais o aumento da participação das mulheres nos diferentes espaços políticos decisórios, o combate à desigualdade econômica e produtiva, e à promoção da justiça climática e do desenvolvimento sustentável. Agora, retomamse as discussões, com vistas à apresentação das propostas da Carta de Alagoas, na décima cúpula de presidentes dos parlamentos do G 20. Fórum com grande potencial de influenciar positivamente os parlamentos nacionais e agenda internacional. A cooperação internacional em forros como o T 20, é essencial para compartilhar boas práticas, aprender com as experiências de outros países, e promover políticas globais que beneficiem todas as mulheres. Devemos criar, implementar e aperfeiçoar leis que protejam as mulheres e promovam condições reais de exercício dos seus direitos políticos, econômicos, sociais e culturais. A atuação de mulheres parlamentares é fundamental nesse sentido. A desigualdade de gênero e a promoção do empoderamento feminino, são temas transversais que permeiam os 3 eixos principais adotados como prioridade para a presidência brasileira do G 20. A inclusão social e combate à fome, à pobreza e à desigualdade, deve tomar em consideração a perspectiva de gênero no acesso à alimentação, à educação, ao crédito, ao mercado de trabalho e aos espaços públicos de tomada de decisão. A transição energética e o desenvolvimento sustentável, devem considerar os impactos desproporcionais das crises climática e ambiental sobre as mulheres. E a reforma das instituições de governança global deve ter presente que a democratização das estruturas de governança, passa necessariamente por 1 maior representatividade das mulheres em todas as esferas de decisão, tanto no âmbito nacional como no internacional, nos setores público e privado. Parabenizo o presidente da Câmara dos Deputados pela iniciativa de promover este fórum, que muito enriquecerá o debate que ela está em nosso Parlamento nos próximos dias. E deixo expressa a minha confiança, em que o exemplo da presidência brasileira venha a ser repetido em futuros encontros do P 20. Parabenizo também as senhoras parlamentares, em particular as deputadas e senadoras brasileiras, por participarem dessas discussões no âmbito p 20 e por trabalharem diariamente na concretização dos objetivos da Carta de Alagoas. Muito obrigada. Bom, antes de encerrar,
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