Igor Andrey Roselli

Igor Andrey Roselli

Vice-presidente - Federação Nacional dos Estudantes do Campo de Públicas

Últimos Discursos

26 de nov, 13:15

COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

Transcrição automática

Obrigado deputada. Bom primeiro respondendo os nossos queridos do CFA. Qual qual eu não eu não vou acertar o nome dele qual é o nome do cara que estava aqui? Jenner? Jenner? O Gener disse que é o conselho é o CFA que vai atrás dos concursos. Essa esse foi dos maiores absurdos que eu escutei hoje nessa audiência porque eu não precisa confiar em mim, abra o Instagram da Fenecap, é do Centros Acadêmicos, da Propública, o quanto de ofício a gente envia pra pra pro pras bancas, pros concursos, pros formuladores de digital, pra contemplar a nossa área. O CFA nunca ajudou a gente a impugnar edital de de concurso público, nunca. Bom, ele também citou sobre o CFA aqui nesse momento ser guerrilheiro. Na minha opinião quem é guerrilheiro são os nossos estudantes e egressos que estão lutando por essa regulamentação, porque está sendo muito árduo. E sobre o, sobre a fala do Fábio, falou bastante do currículo dele, tem 2 coisas que, tem 3 coisas que eu anotei aqui, Ele falou sobre a lucratividade do da pesquisa que ele está fazendo e eu me alinho a fala do do professor João. Ele falou que que a gente não pode se dividir, e eu me alinho outras falas aqui que não é, que a gente não é 1, não está propondo 1 divisão, a gente é diferente. Eu sinceramente não entendi nada da da da do advogado, do médico. Não sei se o advogado tem, o advogado é multidisciplinar que nem os nossos cursos e tem várias, vários estudos se ele é advogado, se ele é médico, se ele é advogado, se ele é gestor público eu não sei o que ele, não sei o que ele quis dizer com isso, mas eu acho que o debate, a gente precisa até ter outro debate, eu eu concordo ter outra audiência pública porque, escutando as professoras, o professor, os nossos estudantes eu achei desnivelado. E daí, eu achei muito importante a fala do Caio, que na reunião que é a questão de só registrar. Eu acho que iria solucionar o nosso problema se a gente falasse não tudo bem se a gente manter a afiliação, eu acho que ia solucionar muito problema e muita oposição por parte, de alguns. A fala da Laura, eu eu me alinho, ao que ela falou, a que o Nicolas Nicolas falou, acho que esse é o momento propício pra gente debater isso, acho que a gente pode levar esse debate adiante. Estava conversando antes da audiência eu achei muito muito interessante sua fala. Ingrid, cara é muito bom escutar vários sotaques aqui nessa audiência pública, a nossa presidente Mariana Fonseca é do Rio de Janeiro, então eu estou muito feliz do Rio de Janeiro estar representado, a a universidade rural está representado. E assim, eu queria dizer que a gente não, a a Fenecap, as entidades, a gente não ganha dinheiro pra estar aqui, a gente tira tudo do próprio bolso às vezes, a gente vem aqui os estudantes, pessoal do CAGEP, do CAPÓ, PROPÚBL, SINE CAP, por diversas vezes a gente vem aqui, de busão, gasta dinheiro com o Uber, a gente bate porta em porta dos deputados, e a gente não ganha nada em troca, a gente faz por amor. Gabriela, pô, só que tenho a agradecer, eu fui presidente do Centro Acadêmico de Gestão Público DFB, e foi 1 luta enorme inclusive no TCC como a as entidades mudaram, a entidade estudantil mudou a administração do próprio IF eu acredito muito nas associações representativas. Teve alguém na internet que falou, na participação internet falou ah que já tem 1 resolução reconhecendo, impede igualdade os cursos do campo de públicas com com a administração. Olha, a gente sempre utilizou, nos ofícios, essa resolução, porque apesar da gente lutar né pra pra pra por esse projeto de lei, por essa regulamentação, a gente utiliza dessa resolução pra impugnar os editais que não contemplam a gente. Quase, por diversas vezes a gente tem que entrar na justiça porque ninguém reconhece essa resolução do CFA, e o CFA não faz fazer valer essa resolução, então essa resolução não serve pra nada. Muitas perguntas no, na internet eu acho que é válido até a gente propor alguma maneira de responder todas elas, eu acho importante, não sei se a gente marca outra audiência, se a gente marca 1 live enfim pra tornar mais participativo, eu acho que é legal as entidades se encaminharem nesse sentido. E por fim pra terminar, desculpa ter cedido pouco, eu queria agradecer muito você deputada Erico Kokkai, aqui estão os estudantes do IFB, da UNB, e a gente precisa da senhora, a senhora sempre foi 1 parceira de luta, no meu primeiro semestre, na minha primeira semana, na pandemia tá, estava voltando da pandemia, eu encontrei com a senhora lá no IFB, você foi a primeira deputada que eu que eu conheci pessoalmente, e assim os nossos estudantes, vê, vê, é os nossos estudantes precisam de você, o IFB, a UNB, o Brasil, campus públicas precisa da senhora e é muito importante esse momento que a que a senhora proporcionou pra gente hoje, muito obrigado.

Ir para evento
26 de nov, 12:16

COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

Transcrição automática

Bom dia a todos, acho que ninguém almoçou ainda. Meu nome é Igor Andrei eu sou vicepresidente da Fenecap, eu sou gestor público formado pelo Instituto Federal de Brasília, e eu estou representando aqui a Mariane Fonseca presidente da Fenecap do Rio de Janeiro que está no avião agora, vai teve problema no avião e não conseguiu chegar a tempo. E é 1 honra pra mim representar a Fenecap, seus mais de 30 membros que alguns deles estão na na audiência, de todos os cantos do país, e representar também todos os estudantes do campo de públicas do país e seus centros acadêmicos. Antes de começar eu queria agradecer deputada Erika porque esse é espaço extremamente importante, a gente estava esperando muito tempo pra isso acontecer, e agradecer aos outros deputados Maria do Rosário, Reginaldo Veras e outros que estão apoiando a gente na nossa luta. Aqui a gente está falando de algo que ultrapassa os nossos cursos. A gente está debatendo justiça e reconhecimento pra aqueles que lutam, estudam, se esforçam pra servir o povo, pra servir o nosso país. Os cursos, o nosso curso surgiram, por 1 necessidade do próprio estado, o próprio estado reconheceu a necessidade no nosso curso e através da política do reúne e através das dcnns do nosso curso, centenas de cursos foram constituídos ao longo do país e, como já dito aqui formam milhares de estudantes. Esses cursos vão além da capacidade técnica do dos profissionais, é os cursos são emancipadores do povo. Estudantes, aqui eu digo com conhecimento próprio aqui, aqui no em Brasília, no distrito federal, a gente tem na UNB e no IFB estudantes que vêm da periferia, que vêm de regiões marginalizadas, e através do curso eles têm conhecimento de como funciona a máquina pública, de como participar e principalmente como fiscalizar, isso acontece em todo o país, principalmente na gestão pública municipal. Não regulamentar as nossas profissões desvaloriza o potencial de todos esses estudantes e todos os egressos estão aqui na audiência e que estão acompanhando online e que não puderam participar porque estão trabalhando enfim, eu estudando. Aí, vem vem 1 pergunta. O como seria importante ter esses profissionais em áreas problemáticas de gestão pública como a em muitos casos de municípios que têm problemas crônicos de gestão pública municipal. Como seria interessante e importante ter profissões regulamentadas pra esses estudantes e esses profissionais adentrarem a esse espaço e transformar a vida e a sociedade municipal. E, pra mim e pros estudantes egresso é inaceitável a nossa profissão não ser regulamentada. Regulamentar nossa profissão não é favor, é 1 obrigação do estado, o estado reconheceu a necessidade do nosso curso, o estado criou os nossos cursos, a gente forma os nossos estudantes e na hora da gente ter a nossa profissão ela não é regulamentada. No próprio distrito federal a gente aqui é sede dos 3 poderes, a gente tem muitos órgãos públicos, e a gente já enfrenta dificuldade de conseguir estágio pros nossos estudantes da UNB e do IFB, e enfim no ao longo do país a problemática aumenta. E, é desperdício, de investimento, criar tantos cursos e fomentar tantos cursos e formar tantos estudantes pra esses estudantes ficarem marginalizados no mercado de trabalho. A gente tem os cursos aqui em Brasília, a gente tem na UFRJ USP, no Rio Grande do Sul, no Instituto Federal de Tocantins, no UFC, UFC, Bahia, Paraíba, Minas Gerais, muitos cursos, e formando e formando estudantes que não conseguem adentrar ao espaço que tanto lutaram, que tanto se esforçaram, tanto estudaram. Pela qualidade dos nossos estudantes, a gente consegue adentrar espaço inclusive nessa casa a gente tem muitos assessores de deputados que são formados em gestão de políticas públicas da Unibem, gestão pública do IFB, porém, muitos egressos apresentam 1 grande dificuldade, principalmente na hora do concurso público. Além das vagas de estágio pros estudantes na hora do concurso público, muitos egressos têm não não têm vaga destinada pra estudantes e na hora de tentar disputar 1 vaga pra administração, eles não não são aceitos, não são reconhecidos, têm que entrar numa ação na justiça por vezes perde, e a gente tem que ficar lutando lado a lado desses estudantes as entidades do campus públicos, Fenecap Propública sempre oficiando, isso aconteceu no CNU, agora no no no estado do Rio Grande do Sul, e é 1 luta constante pros nossos estudantes serem reconhecidos como os profissionais e serem nomeados. Pra terminar, pra direcionar o meu encaminhamento, eu queria dizer que a regulamentação das nossas profissões, é 1 questão de dignidade acima de tudo. É bater no peito e dizer eu sou gestor público, eu sou administradora pública, eu sou gestor de políticas públicas, e, na hora de responder questionário socioeconômico eu sempre eu sempre fico procurando de qual é a sua profissão eu nunca acho a minha, e isso me chateia muito. E eu quero poder me inscrever no CNU que teve agora e colocar qual é a sua profissão eu quero colocar que eu sou profissional do campo de públicas. Pra mim é inconcebível é absurdo, o nosso país ter diversos concursos públicos, com requisitos que batem perfeitamente com as emendas dos nossos cursos, e é a gente não ser permitido de participação. Não é de ter reserva de vaga é de disputar, é somente disputar que a gente está querendo, que é reconhecido como profissão pra poder disputar as vagas. Nosso e nossos estudantes, eles querem entrar na na administração pública, não visando o lucro. E essa é 1 das principais diferenças do nosso curso pra administração de empresas. A gente não visa o lucro, a gente visa, a gente quer entrar na administração pública pra transformar vidas. A gente quer entrar na administração pública, na máquina pública pra através dela criar políticas públicas, implementar, formular, implementar e avaliar as políticas públicas pra transformar a nossa sociedade é isso que a gente quer e essa é a grande diferença entre as nossas áreas. E pra isso, pra tudo isso acontecer, pra pra essa questão emancipadora, pra essa questão de dignidade, pra essa questão de reconhecimento e justiça pra esses estudantes, esses profissionais, esses egressos, essas professoras, esses pesquisadores que estão aqui, a gente precisa provar esse projeto de lei. Eu fico eu fico muito emocionado, eu chorei na no CONEG da União Nacional de Estudantes que a UNE aprovou 1 moção a favor do da aprovação do projeto de lei. Hoje quando a Maria do Rosário estava falando eu eu dei 1 chorada aqui escorreu umas lágrimas, e eu espero que logo logo com a aprovação do projeto de lei, e esse e esse projeto de lei vai ser aprovado, eu vou chorar muito mas eu vou comemorar bastante com vocês aí. Então eu conto com vocês estudantes e egressos que estão assistindo essa audiência presencial e online, e a gente precisa de vocês pra continuar nessa batalha. O qual o nome do do senhor? Jé jersey, Jéner. Jéner falou que vai ter 1 oposição constante, e estudantes aí esses egressos, esses professores, a FNECAP Apura Públicas a ANEPCP, a ESBAP, a RGS a gente está pronto, a gente vai lutar.

Ir para evento