COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO
Sobre o Evento
Regulamentação da atuação profissional no campo de públicas, com participação de diversas autoridades e representantes educacionais.
Vice-presidente - Federação Nacional dos Estudantes do Campo de Públicas
Bom dia a todos, acho que ninguém almoçou ainda. Meu nome é Igor Andrei eu sou vicepresidente da Fenecap, eu sou gestor público formado pelo Instituto Federal de Brasília, e eu estou representando aqui a Mariane Fonseca presidente da Fenecap do Rio de Janeiro que está no avião agora, vai teve problema no avião e não conseguiu chegar a tempo. E é 1 honra pra mim representar a Fenecap, seus mais de 30 membros que alguns deles estão na na audiência, de todos os cantos do país, e representar também todos os estudantes do campo de públicas do país e seus centros acadêmicos. Antes de começar eu queria agradecer deputada Erika porque esse é espaço extremamente importante, a gente estava esperando muito tempo pra isso acontecer, e agradecer aos outros deputados Maria do Rosário, Reginaldo Veras e outros que estão apoiando a gente na nossa luta. Aqui a gente está falando de algo que ultrapassa os nossos cursos. A gente está debatendo justiça e reconhecimento pra aqueles que lutam, estudam, se esforçam pra servir o povo, pra servir o nosso país. Os cursos, o nosso curso surgiram, por 1 necessidade do próprio estado, o próprio estado reconheceu a necessidade no nosso curso e através da política do reúne e através das dcnns do nosso curso, centenas de cursos foram constituídos ao longo do país e, como já dito aqui formam milhares de estudantes. Esses cursos vão além da capacidade técnica do dos profissionais, é os cursos são emancipadores do povo. Estudantes, aqui eu digo com conhecimento próprio aqui, aqui no em Brasília, no distrito federal, a gente tem na UNB e no IFB estudantes que vêm da periferia, que vêm de regiões marginalizadas, e através do curso eles têm conhecimento de como funciona a máquina pública, de como participar e principalmente como fiscalizar, isso acontece em todo o país, principalmente na gestão pública municipal. Não regulamentar as nossas profissões desvaloriza o potencial de todos esses estudantes e todos os egressos estão aqui na audiência e que estão acompanhando online e que não puderam participar porque estão trabalhando enfim, eu estudando. Aí, vem vem 1 pergunta. O como seria importante ter esses profissionais em áreas problemáticas de gestão pública como a em muitos casos de municípios que têm problemas crônicos de gestão pública municipal. Como seria interessante e importante ter profissões regulamentadas pra esses estudantes e esses profissionais adentrarem a esse espaço e transformar a vida e a sociedade municipal. E, pra mim e pros estudantes egresso é inaceitável a nossa profissão não ser regulamentada. Regulamentar nossa profissão não é favor, é 1 obrigação do estado, o estado reconheceu a necessidade do nosso curso, o estado criou os nossos cursos, a gente forma os nossos estudantes e na hora da gente ter a nossa profissão ela não é regulamentada. No próprio distrito federal a gente aqui é sede dos 3 poderes, a gente tem muitos órgãos públicos, e a gente já enfrenta dificuldade de conseguir estágio pros nossos estudantes da UNB e do IFB, e enfim no ao longo do país a problemática aumenta. E, é desperdício, de investimento, criar tantos cursos e fomentar tantos cursos e formar tantos estudantes pra esses estudantes ficarem marginalizados no mercado de trabalho. A gente tem os cursos aqui em Brasília, a gente tem na UFRJ USP, no Rio Grande do Sul, no Instituto Federal de Tocantins, no UFC, UFC, Bahia, Paraíba, Minas Gerais, muitos cursos, e formando e formando estudantes que não conseguem adentrar ao espaço que tanto lutaram, que tanto se esforçaram, tanto estudaram. Pela qualidade dos nossos estudantes, a gente consegue adentrar espaço inclusive nessa casa a gente tem muitos assessores de deputados que são formados em gestão de políticas públicas da Unibem, gestão pública do IFB, porém, muitos egressos apresentam 1 grande dificuldade, principalmente na hora do concurso público. Além das vagas de estágio pros estudantes na hora do concurso público, muitos egressos têm não não têm vaga destinada pra estudantes e na hora de tentar disputar 1 vaga pra administração, eles não não são aceitos, não são reconhecidos, têm que entrar numa ação na justiça por vezes perde, e a gente tem que ficar lutando lado a lado desses estudantes as entidades do campus públicos, Fenecap Propública sempre oficiando, isso aconteceu no CNU, agora no no no estado do Rio Grande do Sul, e é 1 luta constante pros nossos estudantes serem reconhecidos como os profissionais e serem nomeados. Pra terminar, pra direcionar o meu encaminhamento, eu queria dizer que a regulamentação das nossas profissões, é 1 questão de dignidade acima de tudo. É bater no peito e dizer eu sou gestor público, eu sou administradora pública, eu sou gestor de políticas públicas, e, na hora de responder questionário socioeconômico eu sempre eu sempre fico procurando de qual é a sua profissão eu nunca acho a minha, e isso me chateia muito. E eu quero poder me inscrever no CNU que teve agora e colocar qual é a sua profissão eu quero colocar que eu sou profissional do campo de públicas. Pra mim é inconcebível é absurdo, o nosso país ter diversos concursos públicos, com requisitos que batem perfeitamente com as emendas dos nossos cursos, e é a gente não ser permitido de participação. Não é de ter reserva de vaga é de disputar, é somente disputar que a gente está querendo, que é reconhecido como profissão pra poder disputar as vagas. Nosso e nossos estudantes, eles querem entrar na na administração pública, não visando o lucro. E essa é 1 das principais diferenças do nosso curso pra administração de empresas. A gente não visa o lucro, a gente visa, a gente quer entrar na administração pública pra transformar vidas. A gente quer entrar na administração pública, na máquina pública pra através dela criar políticas públicas, implementar, formular, implementar e avaliar as políticas públicas pra transformar a nossa sociedade é isso que a gente quer e essa é a grande diferença entre as nossas áreas. E pra isso, pra tudo isso acontecer, pra pra essa questão emancipadora, pra essa questão de dignidade, pra essa questão de reconhecimento e justiça pra esses estudantes, esses profissionais, esses egressos, essas professoras, esses pesquisadores que estão aqui, a gente precisa provar esse projeto de lei. Eu fico eu fico muito emocionado, eu chorei na no CONEG da União Nacional de Estudantes que a UNE aprovou 1 moção a favor do da aprovação do projeto de lei. Hoje quando a Maria do Rosário estava falando eu eu dei 1 chorada aqui escorreu umas lágrimas, e eu espero que logo logo com a aprovação do projeto de lei, e esse e esse projeto de lei vai ser aprovado, eu vou chorar muito mas eu vou comemorar bastante com vocês aí. Então eu conto com vocês estudantes e egressos que estão assistindo essa audiência presencial e online, e a gente precisa de vocês pra continuar nessa batalha. O qual o nome do do senhor? Jé jersey, Jéner. Jéner falou que vai ter 1 oposição constante, e estudantes aí esses egressos, esses professores, a FNECAP Apura Públicas a ANEPCP, a ESBAP, a RGS a gente está pronto, a gente vai lutar.




