
Membro da Coalizão Brasileira pela Educação Climática sugeriu discussão sobre adaptação das escolas ao contexto do cambio climático, incluindo conforto térmico e protocolos para eventos climáticos extremos. Ele ofereceu a coalizão para dialogar e construir futuros possíveis.
O Membro da Coalização Brasileira pela Educação Climática agradeceu pela audiência pública e destacou a importância de discutir como as escolas estão se adaptando às mudanças climáticas, abordando questões como conforto térmico e protocolos em eventos climáticos extremos. Ele se colocou à disposição para diálogos e construção de futuros possíveis.
Membro da Coalizão Brasileira pela Educação Climática destaca a importância de uma educação climática crítica, inclusiva e qualificada que aborde as crises ambientais, relações sociedade-natureza e ansiedade climática em jovens. Propõe mudanças na educação pública, como inclusão de disciplinas de humanidades, formação continuada de professores e um programa nacional de educação climática.
O Membro da Coalização Brasileira pela Educação Climática destacou a importância da educação climática no Brasil, apresentando a coalizão que reúne mais de setenta organizações. Ele definiu educação climática como uma prática pedagógica que deve abordar as crises ambientais e suas causas humanas, considerando fatores sociais, econômicos e culturais. Enfatizou a necessidade de formar indivíduos críticos, evitando a culpabilização generalizada e a promoção da reflexão. Também mencionou a preocupação com a ansiedade climática entre os jovens e a importância de uma educação que inspire esperança. Por fim, discutiu a necessidade de programas de formação de professores e a integração da educação climática nas diretrizes curriculares.
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