
Participante questiona Ministério da Pesca e Equicultura sobre número de pescadores registrados por estado, gênero, e relatório de produção; emphasiza importância do reconhecimento e gestão pública dos recursos pesqueiros.
Participante sugeriu adicionar como punição a obrigatoriedade do aluno frequentar o psicólogo escolar, mas não está claro se isso é possível ou não.
Participante questiona quem será responsável por fiscalizar a execução do trabalho, apontando a obrigatoriedade mas sem esclarecer quem irá realizar essa tarefa.
Participante duvida da necessidade da formação de alunos contra capacitismo, pois não sabe como eles poderiam se especializar nisso. Ela sugere que seria mais útil que professores tivessem um entendimento maior sobre o assunto.
Participante propõe equipe anticapacitista para observar e combater capacitismo, mas sugere que todos os alunos e funcionários deveriam estar atentos, sem necessidade de formação de grupos específicos, que podem se unir a esta causa.
Vai substituir o que está escrito.
A participante discutiu a idade de entrada na pré-escola, que varia de mais de 4 a 5 anos, às vezes mesmo abrangendo bebês acima de 6 meses. Ela também mencionou seu papel como deputada.
Participante salienta que crianças no Brasil terão fácil aprendizagem com profissionais experientes e sua pré-consciência natural, incluindo conhecimento de conceitos como o capitalismo e o certo e errado.
Participante propôs escolas com ensino fundamental do 1º ao 9º ano e ensino médio, distinto do quinto ao nono ano.
Participante disse que emendas propostas seriam compreendidas por crianças a partir do primeiro ano do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio, não considerando a idade pré-escolar devido à maturidade necessária para entender o tema do capacitismo.
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