Ana Elenara

Ana Elenara

Coordenadora-Geral de Políticas Públicas de Esporte e Lazer - Ministério do Esporte

Últimos Discursos

27 de nov, 16:52

COMISSÃO DO ESPORTE

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Parabenizar as falas dos convidados eu acho que em grande medida eu concordo com a maioria das falas eu acho que elas trazem inclusive muitas perspectivas do que a gente não pôde falar em 5 minutos né então foi muito enriquecedor então eu preciso registrar isso. Eu queria me reportar a 1 das perguntas eu não só peço desculpas porque não recordo o nome, em que se falava né se o esporte em projetos sociais com a sua importância não pode ser o eixo central na escola com profissionais obviamente habilitados né e aí eu quero, e eu quero o não recordo o nome. Ibissen, então pro Ibissen né? E eu fiquei refletindo sobre porque eu posso, eu acho penso que a gente pode dar 1 resposta, importante a a esse respeito quando a gente pensa também nessa discussão do esporte e como ele é visto e como ele ainda ele ainda é tratado na atualidade né? Então o esporte como ele ele é criado, como ele se desenvolve ao longo dos tempos e como ainda ele é desenvolvido junto à população brasileira não só no âmbito formal como não formal e é a nossa discussão aqui em como tratar de tudo isso né? E eu penso que é muito importante a gente ter sempre muito presente, essa essa discussão dos valores e dos princípios, e claro que os programas, os projetos sociais especialmente aqueles que têm histórico, e 1 proposta política pedagógica bem fundamentada, que já contribuíram muito junto à população brasileira, e que podem vir a contribuir, a gente enquanto o Ministério do Esporte está lutando pra resgatar, como é o caso do programa Segundo Tempo, né, programa que visa oportunizar o acesso a crianças e jovens no contraturno escolar, como é o caso do programa Esporte e Lazer da Cidade, que visa democratizar a todos e todos crianças, jovens, adultos e idosos, incluindo pessoas com deficiência o acesso ao esporte, na perspectiva não só do acesso ao esporte mas do esporte por meio do lazer então veja amplia ainda mais o aspecto do acesso, e tantas outras ações né? E aí, quando eu falo em valores, não só do acesso à socialização, como o acesso a todos né, e também de forma intergeracional e de valorização das culturas locais né, do esporte. E a partir então da sua oferta, a partir do seu conhecimento então de que esporte a gente está falando e de que lazer portanto, a partir da sua prática prazerosa, convivência pra todos e portanto também relacionado ao que já está posto enquanto política e plano nacional do esporte é o que a gente deseja né, ver esse esse plano pactuado, pensado e desenvolvido ao longo da vida, então pra todos ao e ao longo da vida. E portanto é preciso a partir desses programas desses projetos pluralizar esse esporte, promover o esporte como direito. E aí, vendo nesses programas, nesses projetos eu concordo, com 1 tecnologia, que já foi testada durante anos, que já deram muitos frutos aqui, Cesinha já falou inclusive sobre a sua experiência e tem tantas outras que a gente ouve com frequência inclusive o pedido da retomada desses programas, que está em curso e a gente pretende em breve poder falar mais sobre tudo isso, né? Mas mais de forma mais prática no momento dessa aproximação com o Ministério da Educação, com relação à escola em tempo integral, onde também os nossos programas eles estão a partir dessa dessa tecnologia ou seja, dessa proposta política pedagógica que entende que o acesso é a primeira via, e que o todo o restante é consequência e que todos também devem ter direito se é assim quiserem mas primeiro eles precisam conhecer, eles precisam vivenciar sua essas práticas, e pra todos não só pra criança e pro jovem da escolar mas também pros nossos adultos, pros nossos idosos né então, só pra dizer que acredito que sim e que este é dos caminhos que a gente está percorrendo. Obrigado.

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27 de nov, 15:37

COMISSÃO DO ESPORTE

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Inclusive complementando a sua fala Raquel, muito do material, didático dos nossos programas sociais em especial e também da rede de de ciência e tecnologia da rede sets do Ministério do Esporte está sendo valorizado e vai ser aproveitado a disseminação desses conhecimentos via educação a distância via MEC. Então em primeira mão aqui, pra vocês também 1 iniciativa importante que está em curso. Eu gostaria só de refletir, a gente está debatendo aqui essa grande engrenagem que é, tentar garantir à população brasileira o acesso ao esporte né, como veículo da educação né? E quando eu penso sobre esse tema, também fazendo resgate do que já foi feito e valorizando esse processo, a gente, eu também falava sobre, a gente não pode deixar de valorizar o que foi apresentado enquanto proposta que está sendo ressignificado e vai voltar ao debate que é a própria proposta da lei geral do esporte do plano nacional e do sistema. Penso que pra essa engrenagem funcionar a gente precisa fazer funcionar esses processos, a gente precisa dar garantir essa funcionalidade entre relação entre governo federal, estados e municípios, garantir não só financiamento mas também as condições de formação dos quadros pra atuação pra que de fato essas políticas aconteçam, né? Então penso que esse é tema fundamental e que a gente não pode fugir dele, se a gente se voltar pra ele é que eu conclamo, né, essa casa pra que a gente volte a olhar e falava internamente inclusive ontem no podcast pro próprio Ministério do Esporte em que eu dizia eu quero acreditar no poder inclusive da figura do gestor que hoje está na figura do Fufuca com o seu potencial também político né, pra poder fazer essa discussão enfrentar essa discussão e implementar essa política, porque isso pode inclusive ser grande legado algo que foi construído ao longo do tempo resultado não só de grupo de trabalho que eu tive o prazer de fazer parte sobre a coordenação da professora Cássia Damiani lá em 2017, fruto das das resoluções desse grupo de trabalho que inclusive esse grupo do ministério está nesse momento reunido na sede do ministério deveria estar lá discutindo o as sugestões de ajuste do texto que vai ser apresentada essa casa essa casa com relação ao plano nacional do esporte porque nós não desistimos dele, entendendo que ele é chave pra toda essa engrenagem pra que de fato esse acesso ao esporte ele chegue à população. Obrigada.

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27 de nov, 15:09

COMISSÃO DO ESPORTE

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Deputado Douglas Veigas, autor do requerimento, assim como o senhor Lindemberg Júnior prazer estar de novo com você e com todos os presentes especialmente os meus colegas de mesa, e aqueles que nos assistem tanto presencialmente quanto online. Inicialmente eu gostaria de saudar pela iniciativa desse fórum na verdade a segunda edição tive o privilégio de acompanhar o primeiro estar aqui nas discussões desse segundo é de é motivo de muita alegria. Falar né da ausência do nosso secretário nacional, Paulo Perna, que não pôde se fazer presente, mas fez questão de me convidar pra poder estar aqui poder fazer esse diálogo, esse debate, essa discussão sobre esse tema tão importante que é o esporte e a escola, a escola, a educação, o esporte e a educação e o esporte. A gente sempre lembra da escola, né? Como espaço importantíssimo. Mas antes de começar e debater sobre esse tema, eu gostaria de falar de de parte as minhas ideias, né? E as minhas opiniões né, até pra poder dialogar com as diferentes falas aqui pelos meus, dadas pelos meus colegas né. Antes de mais nada eu me considero 1 educadora, 1 pesquisadora em construção né, e com formação e atuação nos 3 âmbitos do nosso país, tanto na gestão municipal, estadual e federal. Compus o Ministério do Esporte em 4010, mas já gestava o programa Esporte e Lazer da Cidade, importante programa que visa a democratização do acesso à população brasileira do esporte e do lazer enquanto direito social em 2003, ou seja, no primeiro ano de primeiro mandato do presidente Lula quando implantou seus programas a partir da criação do Ministério do Esporte com a missão então não só de democratizar o acesso como também desenvolver políticas de excelência esportiva. E desde lá venho militando nessa área no melhor sentido dessa palavra enquanto educadora, mas também como agente político que acredita no futuro desse nosso país a partir do do acesso, da promoção do acesso. E sob essa perspectiva penso que não me refutando a discussão inicialmente gerada aqui, porque quando a gente fala de política pública a gente não tem como não falar em orçamento público, a gente precisa de financiamento e entendendo esse histórico, não tenho dúvida que é consonante essa ideia de que o esporte ele precisa estar e portanto a educação né como meio, o os a educação e portanto o esporte como meio a discussão aqui precisa estar na centralidade da gestão pública federal, estadual e municipal e pra isso é preciso haver esse entendimento como ponto primeiro. Segundo, eu penso né, que vivendo toda essa experiência e podendo retornar o ano passado a convite, no início do ano passado no governo Lula mais 1 vez e no no primeiro ano de governo, poder viver a experiência da recreação do Ministério do Esporte depois da sua extinção? Poder viver a experiência de encontrar o que encontramos da forma com que encontramos desafios recolocados inclusive duma esfera ainda muito maior de de limites e dificuldades, inclusive orçamentárias? Penso que não tem como falar em política social e educacional por meio do esporte sem falar no histórico do esporte nosso Brasil. Lembrando que a primeira estrutura administrativa no país pro esporte foi em 1937. De lá pra cá, muitas experiências do esporte vinculado à educação como é que foi dito, vinculado ao turismo, vinculado à presidência né da república em em setores específicos mas sempre diminuto né, foi a primeira vez em 2013 que o que o governo brasileiro assume então responsabilidade e o seu papel de criar 1 estrutura administrativa funcional e orçamentária, pensando a partir da da lei nacional né da da Constituição Federal que é a lei Magna é as 3 esferas do esporte até então, e desde lá até aqui muito foi realizado e a gente não pode esquecer isso. E foi muito realizado e também muito ficou por fazer porque a gente está falando de país com tanta diversidade e com tantos desafios inclusive territoriais e populacionais. E quando falo isso falo porque penso que colocar o esporte na centralidade e portanto por meio da educação o seu acesso significa pensar no que já foi feito e o que precisa ainda fazer. Nós temos no histórico dessa gestão federal no âmbito do esporte disseminação desse acesso, histórico muito grande de programas de projetos de ações que ficaram reconhecidos, e que se foram retomados como é o caso do programa Esporte e Ladeira da Cidade, como é o caso do programa Segundo Tempo, com e outros que foram recriados inclusive em outras estruturas do próprio Ministério que também foram recriados pensando o acesso àqueles que ainda não tinham toda essa essa oportunidade das práticas né, como para de desporto, a qualificação nas políticas da excelência esportiva também, dentre outras. E sem falar em toda 1 produção acadêmica vinculada às universidades, disponibilizada pra ser lida e ser aproveitada e valorizada e implementada a partir de horários daqueles que dedicam ao esporte, ao conhecimento. E eu acho que falar de orçamento é importante mas falar em conhecimento e nesse histórico também. Então eu gostaria de deixar essa centelha pra que a gente possa pensar numa perspectiva pouquinho mais ampliada porque se orçamento é importante o conhecimento também é. Obrigada.

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