
Publicado presidente. Bom, quero agradecer evidentemente, pela oportunidade, de trazer os resultados, de 28 de julho. Gostaria de existir, que todos os partidos que participaram das eleições de 28 de julho tem o poder, material originário, do escrutínio, que imprime o sistema de votação as máquinas de votação que são usadas na vecsuela, cada máquina imprime, 1 ata original que fica em poder do Conselho Nacional Eleitoral e que fica, outros originais ficam em poder, das testemunhas dos partidos políticos. As atas de 28 de julho, contam ou mostram resultado diferente do que foi anunciado pelo Conselho Nacional Eleitoral? Depois da eleição presidencial, presidencial. Então é importante insistir que deve ser reconhecido o resultado que está incluído nas atas do escrutínio, que foi publicado pela oposição mas não deve ser confundida como ata da oposição mas, as atas do Conselho Nacional Eleitoral, foram publicadas pela oposição diante da negativa. E termino dizendo que, tudo o que foi feito depois de 28 de julho o Conselho Nacional Eleitoral foi consequência da ideia de poder que queria desconhecer os resultados e a vontade popular. Ao que se une à promulgação da lei Simonton Bolívar, 1 lei que é consequência da estratégia de permanecer no poder, apesar de os venezuelanos terem votado por 1 mudança política muito obrigado. Ok.
Ah sim podem continuar com o com o deputado Vocês podem continuar com os deputados inscritos. Ok seu gente, muito obrigado.
Alguns dados rápidos, com relação, aos comentários, estudo de transparência internacional com consultorias econômicas na venezuela, determinou que, 20 e 0.7 por 100 do PIB da Venezuela, é gerado através da economia negra, ou seja, atividades, delituosas, tráfico de drogas, até extorsão em portos aeroportos e também o contrabando de ouro e materiais preciosos, esse é o primeiro dado. Segundo. Quando se compara esse tema. E quando se compara o sistema eleitoral da Venezuela com o do Brasil? O resultado, de 28 de julho e o esforço da oposição venezuelana, em tornar transparente os resultados de 28 de de julho, demonstra que o resultado, funcionou bem, mas essa é somente 1 parte do ciclo eleitoral, todos os outros componentes do ciclo eleitoral na da Venezuela, funcionam muito bem o registro eleitoral, o registro de partidos, registros de candidatos, o tempo da campanha, et cétera estiveram marcados pelas condições, mais restritivas dos últimos 20 anos, isso não pode deixar, não ser deixado de lado, eu gostaria de finalizar, para honrar o tempo, dizendo que o venezuelano vota apesar do conselho nacional eleitoral. Lembrar que no caso da Venezuela, o conselho nacional eleitoral autoridade eleitoral tem poder de estado. O quarto poder do estado, está dentro do executivo legislativo e do judiciário, 1 condição praticamente inédita, na região, para 1 autoridade eleitoral. Mesmo tendo característica de poder do estado, estas atuações do Conselho Nacional, como disse, em 2012, estão fortemente marcadas pela dependência que tem do executivo, não há separação de poderes, e pela desconfiança que gera nos cidadãos. E 1 recente pesquisa depois de 28 de julho, nos mostra que 80 por 100 dos cidadãos, têm pouca ou nenhuma confiança no Conselho Nacional Eleitoral, e nas atuações, que desenvolve o Conselho Nacional Eleitoral. Então, pensando em como melhorar os processos eleitorais na Venezuela, São várias as considerações que devem ser feitas mais rapidamente. Devemos transformar novamente as eleições da Venezuela em processo civil. As eleições na Venezuela estão marcadas com a presença, devemos fazer o registro eleitoral como dizia Maria Corino Machado mas também devemos mudar toda a estrutura do ciclo eleitoral, e isso implica toda 1 reforma eleitoral que, hoje não é o momento de dar essa fazer essa discussão, mas 1 forma de honrar de fazer funcionar muito melhor, o sistema eleitoral na Venezuela, é conseguir que, o resultado de cada 1 das atas, eles visto nisso, seja conhecido pelos cidadãos, no mesmo dia das eleições, sem autoridade eleitoral que integra e, que ela possa se negar a publicar os resultados. Obrigado. Muito obrigado.
Microfone apagado? Você tem microfone desligado. Eu quero me referir rapidamente, a dos mais recentes, na opinião pública que foi feita na Venezuela com relação à possibilidade, de que não sejam reconhecidos os resultados de 28 de julho, e Nicolás Maduro. Isso acontece então 24 por 100 dos venezuelanos mais ou menos 3 a cada 10 venezuelanos diz que se isso pensaria em migrar da Venezuela por causas políticas e por motivos econômicos. Isso pode acontecer. 3 a cada 10 venezuelanos quer migrar ou diz que vão fazer planos para migrar 10 de janeiro contrária ao resultado Há movimento contrário aos resultados obtidos em 28 de julho. Esse é o panorama, que mostram os números. Isso é muito importante para entender o impacto, que pode ter 10 de janeiro se não são respeitados os resultados de 28 de julho. Mas, eu gostaria de insistir, mesmo entendendo que a solicitação do governo a coalizão da Venezuela liderada por, Nicolas Maduro, seja demonstrado nas atas, As atas já existem? As atas são conhecidas? Todos os partidos políticos que participaram das eleições de 28 de julho, tiveram acesso às atas originais do conselho nacional eleitoral. O que se requer é que Conselho Nacional Eleitoral valide, os resultados que estão nas suas atas, nos seus documentos oficiais. E será também importante destacar, que proclamou como ganhador da eleição Nicolas Maduro sem cumprir com os requisitos que estavam estabelecidos na lei. De forma contrária à lei, que é permitir as auditorias eleitorais posteriores e a publicação a publicação discriminada dos resultados que estão em cada ata. E quero finalizar simplesmente, avisando, alertando que, a estratégia da coalizão na Venezuela é que, a comunidade internacional se divida Ali a janeiro. Em 10 de janeiro e como considerar o governo da Venezuela a partir de 10 de janeiro. Essa é a grande aposta da coalizão governante neste momento. E, como consequência, a atuação da comunidade internacional deveria ser coordenada. Por quê? 1 resposta, desestruturada. 1 resposta. Sim. 1 1 resposta que não seja coordenada por parte da comunidade internacional, é o que está procurando ou o que está aspirando, a coalizão governante da Venezuela, muito obrigado.
Do presidente agradecer ao congresso brasileiro à Câmara dos Deputados por essa sessão e que traz essa análise do contexto póseleitoral, Como foi bem dito pelo presidente, a Hesmundo, essa lei Simão Bolívar, Bolívar, é a consequência do governo venezuelano de não oficializar os resultados da das eleições. A lei Simon Bolívar diz que é simplesmente para dar respostas às às sanções internacionais mas em sua essência a lei pode ser aplicável a qualquer pessoa com a qual governo de Nicolás Maduro diga ter motivos fundados para que assim possa tomar decisões a partir do poder público e isso se aplica ao tudo que foi anunciado no dia 28 de julho sem sustentação por parte das autoridades eleitorais, eu quero insistir dizendo que com a lei Simon Bolívar eles pretendem criar registro natural de pessoas, pessoas naturais, pessoas jurídicas ou estrangeiros e isso com o motivo a de dizer que essas pessoas estão a difundir ações contrárias aos valores e os direitos. E essa lei para além dos efeitos explicados pelo meu antecessor terá impacto direto na liberdade de expressão, pois condicionará a forma como os meios de comunicação e jornalistas podem contar, relatar o que está ocorrendo, especialmente em tudo o que tem a ver com as decisões e atos do poder público e das autoridades que fazem parte desses poderes públicos. Insisto em dizer que a lei ela vem em consequência da não publicação dos resultados de 28 de julho, ela consente com isso e vemos então que todos esses atos são consequências do não reconhecimento do ato popular, vemos que 4 meses depois ainda não houve a publicação dos resultados eleitorais, não foi publicado na página web nem na Gazeta e isso nem claro desconhecimento da lei e do que preconiza o tribunal de e do que preconiza o tribunal de justiça e também a solicitação expressa da comunidade internacional, incluindo o Brasil. Vemos que com relação à divulgação dos resultados não tivemos divulgação, repito, pela página web, e o tribunal não acompanha o que está acontecendo hoje na Assembleia Nacional para 1 reforma dos nossos processos eleitorais que trariam impacto significativo em todos os processos que vão se desenvolver no ano de 2025. Acredito que vocês receberam essas atas ou seja esses boletos que eu também tenho em mãos que testemunham no nosso trabalho e isso são boletos vindos de partidos diferentes do partido do presidente Gonzales, mas que estão também a favor da causa, também tivemos 1 demanda internacional para publicação desses boletos eles estão aqui aqui estão os boletos do Conselho Nacional Eleitoral não são atas da oposição é o certo não se trata de atas ou boletos de outros entes políticos não, isso aqui é do Conselho Nacional Eleitoral que foi entregue aos a as testemunhas acreditadas, acreditadas, então o as atas existem, o que aconteceu é que o Conselho Nacional Eleitoral não oficializou o que está aqui que consta desses boletos mas anunciou resultado diferente do cálculo que nós temos de todos esses boletos do escrutínio do dia 28 de julho. Dessa forma, a petição da comunidade internacional isso a partir do 29 de julho, se concentrou em exigir a publicação dessas atas e 4 meses depois segue sendo 1 petição necessária mas insuficiente eu repito, os boletos as atas existem certo mas não existe 1 vontade política da Venezuela de ratificar o conteúdo desses documentos que são originais e que são foram emitidos entregue as testemunhas dos partidos políticos pelo Conselho Nacional Eleitoral ou seja 4 meses depois o eleitoral não quis ativar a sua página web para divulgar os resultados do 28 de julho. O Conselho Nacional Eleitoral não publicou esse esses resultados mas possui mandato legal para fazêlo. Esse mandato legal do Conselho Nacional Eleitoral não foi cumprido a publicação das atas do escrutínio. Não publicação foi 1 estratégia coordenada. Sabemos que as atas foram ratificadas pelos especialistas inclusive das Nações Unidas, observadores internacionais também, mas não foram publicadas também. Eu quero me centrar na perícia feita pelo Supremo Tribunal de Justiça sobre os resultados das eleições e essa perícia realizada pelo Superior Tribunal de Justiça primeiramente não se conhece ainda o conteúdo da sentença do tribunal, ainda temos somente conhecimento do resumo da sentença, não foi colocada à disposição, os 100 100 por 100 deste texto legal do Superior Tribunal de Justiça, então no caso concreto dessa perícia é necessário insistir em que essa atividade foi feita as margens da as competências do Tribunal Supremo de Justiça ao processar recurso contencioso eleitoral de candidato que se diz ganhador e pretende que o tribunal valir resultado que não tem nenhum tipo de suporte. Então dessa forma vemos que essa perícia, a perícia não foram divulgadas de forma transparente pois não conhecemos 100 por 100 dos resultados da perícia que estão baseadas nos resultados desses boletos dessas atas que temos aqui em mãos, então vemos que o atual governo da Venezuela não reconhece os resultados que estão nos documentos emitidos pelos pelas máquinas de votação utilizadas a em 28 de julho e que provam o voto como instrumento de mudança, de resolução a 1025. Dos nossos conflitos. Então em 2025, o a Venezuela vai passar esses processos, mas vemos que é importante pensar num voto como ferramenta para resolução de conflitos e para isso precisamos então conhecer o resultado das atas eleitorais do último 28 de julho muito obrigado. Muito obrigado.
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