
Poderia comentar sobre eventuais dados, pesquisas, estudos disponíveis que tratem da representatividade, possivelmente baixa representatividade, de psicólogos, psicanalistas ou outros profissionais da saúde negros, e de como essa situação se reflete na saúde mental da população negra. E se por fim a senhora conseguiria pensar em medidas e políticas públicas que poderiam ser desenvolvidas para endereçar essa questão? O primeiro...
Boa noite a todos e todas. Em primeiro lugar, eu queria agradecer muitíssimo pelas exposições, foram excelentes, a cabeça fica aqui cheia de perguntas, mas por conta também do horário, para dar oportunidade a todos, eu vou me restringir a fazer um pequeno comentário e uma pergunta, dirigida principalmente para a professora Maria Helena Zamora, que também pode ser explorada por aqui. por outros apresentadores, como o professor Leonardo Martins. Durante a exposição, A professora apresentou diversas desigualdades e iniquidades no acesso à saúde mental por parte de grupos populacionais específicos, a exemplo da juventude negra. Eu queria saber se, por acaso, a senhora poderia comentar um pouquinho sobre dados, pesquisas ou estudos disponíveis que tratem da representatividade de psicólogos, psicanalistas ou demais profissionais da saúde negros e de como essa situação se reflete na saúde mental da população negra. E, por fim, se conseguiria pensar em medidas e políticas públicas que poderiam ser desenvolvidas a essa questão. Muito obrigada. Obrigado.
A Consultora Legislativa - Câmara dos Deputados questionou sobre as causas e soluções para a alta evasão no ensino superior e sobre o impacto da internet no desinteresse de jovens pela formação acadêmica.
A Consultora Legislativa - Câmara dos Deputados apresentou estudo sobre violência escolar, destacando a necessidade de ações intersetoriais, capacitação profissional, protocolos de segurança e a promoção do respeito às diferenças para garantir um ambiente escolar pacífico e democrático.
Noite a todos e todas, gostaria primeiramente de agradecer mais 1 vez a todos os palestrantes que contribuíram bastante pra esse tema que nos é muito caro né, porque é 1 situação que a gente enfrenta bastante aqui no país, em outros locais também como a gente está vendo. E em primeiro lugar, eu gostaria de perguntar se, vem sendo observado, né, nos países em que a gente está tratando aqui, no caso Colômbia, Estados Unidos, Chile, fenômeno de aumento expressivo e repentino desses casos de violência, né. A gente teve aqui dado trazido por 1 das apresentadoras que participaram na primeira audiência que a gente organizou em relação a esse estudo, de de que nos primeiros 20 anos desde o primeiro atentado no Brasil, entre 2002 e 2022, a gente teve cerca de 20 casos, então seria 1 média de por ano, e que aí a partir de 2023, entre janeiro e março, a gente já teve 5 casos. Então isso também tem sido observado esse aumento repentino e expressivo nos países né, em caso positivo quais são os fenômenos que vocês consideram que seriam causadores desse processo. E por último, eu queria fazer 1 observação, porque foi, os senhores exploraram muito bem diversos fenômenos que a gente pode fazer no nível das unidades escolares pra tentar transformar essa cultura, então diferenciar diversos tipos de conflito, bullying, violência, como gerir e construir outras relações no ambiente escolar, então como grande parte desse processo passa de fato pelo nível da escola né, na na unidade escolar em si. Mas nesse sentido qual poderia ser o papel do Legislativo de contribuir para que essas ações pudessem ser induzidas na ponta, já que grande parte do trabalho ele é feito em nível micro, ele precisa de apoio até mesmo do Poder Executivo na gestão desse processo, qual poderia ser o papel do Parlamento em construir 1 política sólida que ajudasse esse processo na ponta. Então a gente falou pouquinho de protocolos, teriam algumas outras sugestões e estratégias pra gente fortalecer essa política no âmbito do legislativo. Obrigada.
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