
A Participante reivindica assento no grupo de trabalho da Segetes, defende a flexibilidade na escolaridade para cursos de doulagem como forma de combate à violência doméstica e destaca a harmonização de competências entre doulas, fisioterapeutas e psicólogas no Distrito Federal.
A participante defende que doulas devem saber ler e escrever, ser maiores de 18 anos, e tem discussões sobre regulamentação da profissão, acesso e representatividade, com foco em mulheres de diferentes backgrounds e regiões. Também menciona a importância de valorizar a experiência de doulas que já atuam há anos e espera que elas sejam incluídas no processo de regulamentação, com cinco anos de experiência comprovada como critério.
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