
O Participante critica a ausência de representatividade e diversidade da pesca artesanal no PEM, denunciando a falta de diálogo com as comunidades tradicionais, a pressa na implementação devido a interesses eólicos e a necessidade de participação igualitária de múltiplas organizações.
O Participante critica a incapacidade das prefeituras em gerir o registro de pescadores, alertando para o risco de exclusão e uso eleitoreiro, e questiona a eficácia do Ministério diante da falha na emissão do documento.
Participante fala sobre sua missão no Ministério de Pesca e Agricultura, destacando a importância da pesca artesanal e da defesa de territórios tradicionais de comunidades pesqueiras. Menciona a criação de um grupo de trabalho para abordar conflitos territoriais e planeja um seminário com comunidades impactadas pela energia eólica offshore. Reafirma compromisso do governo federal em ajudar comunidades na questão da pesca artesanal.
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