
Coordenador do Grupo de Trabalho Defensores dos Direitos Humanos da Comissão de Direitos Humanos destacou a falta de dados sobre a comunidade LGBTQIA, atribuindo-a a desinteresse e falta de consideração. Exortou à produção de dados para ajudar a efetivar direitos e aprimorar a sociedade, em vez de prejudicar imagem de órgãos públicos preocupados em esconder dados negativos.
O Coordenador do Grupo de Trabalho Defensores dos Direitos Humanos da Comissão de Direitos Humanos enfatizou a falta de dados sobre a comunidade LGBTQIA+ por desinteresse, apontando que o IBGE não se preocupa em coletá-los. Destacou a importância do protagonismo dos dados para à efetivação de direitos, criticando a resistência de órgãos públicos em produzi-los. Ele defendeu que os dados são fundamentais para entender as necessidades da população e aprimorar serviços, como saúde, e não devem ser vistos como uma ameaça. A fala ressalta a necessidade de produzir dados para o progresso da sociedade.
O Coordenador do Grupo de Trabalho Defensores dos Direitos Humanos da Comissão de Direitos Humanos destacou a falta de dados sobre a comunidade LGBTQIA+ devido ao desinteresse institucional, como exemplificado pelo IBGE. Ele enfatizou a importância de coletar dados para garantir direitos e melhorar serviços, como saúde, e criticou a resistência de órgãos públicos em produzir informações que poderiam refletir negativamente sobre eles. Ressaltou que os dados são necessários para conhecer a população e suas necessidades, contribuindo para o aprimoramento da sociedade.
O Coordenador do Grupo de Trabalho Defensores dos Direitos Humanos da Comissão de Direitos Humanos destacou a falta de dados sobre a comunidade LGBTQIA+, ressaltando o desinteresse do IBGE em coletar informações relevantes. Ele enfatizou a importância do protagonismo dos dados para garantir direitos e aprimorar atendimentos, afirmando que os dados devem servir para ajudar e não prejudicar instituições. A coleta de dados é essencial para entender as necessidades da população e promover avanços sociais.
O Coordenador do Grupo de Trabalho Defensores dos Direitos Humanos da Comissão de Direitos Humanos enfatizou a falta de dados sobre a comunidade LGBTQIA+, apontando desinteresse no levantamento de informações. Destacou a importância de dados para efetivar direitos, especialmente no atendimento de saúde, e defendeu que esses dados ajudam a melhorar serviços, não a prejudicar órgãos públicos. O protagonismo nos dados é essencial para entender a população e suas necessidades, promovendo avanços sociais.
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