
O Diretor Jurídico da Fenavist defendeu, perante o Congresso Nacional, a alteração do Estatuto do Desarmamento para permitir que vigilantes qualificados portem armas de fogo para autodefesa fora do horário de serviço. Ressaltou que a nova Lei de Segurança Privada mantém o controle rigoroso da Polícia Federal e que cabe exclusivamente à União legislar sobre o tema, após a inconstitucionalidade de normas estaduais similares.
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