
A Vice-Coordenadora da Pós-Graduação em Nutrição Humana da Universidade de Brasília alerta que falhas na rotulagem, falta de parâmetros legais rigorosos e riscos de contaminação cruzada em toda a cadeia produtiva dificultam a dieta e comprometem a saúde de celíacos.
A Vice-Coordenadora da Pós-Graduação em Nutrição Humana da Universidade de Brasília define a doença celíaca como uma condição autoimune multiorgânica, cujo único tratamento é a dieta estrita sem glúten. Destaca que o diagnóstico é complexo, a adesão é dificultada por barreiras de acesso, custo, qualidade nutricional dos substitutos e contaminação cruzada, reforçando a necessidade de políticas públicas para garantir o direito à alimentação segura.
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