
A Defensora Pública do Distrito Federal - Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Gerais defende a urgência de reestruturar o modelo obstétrico brasileiro, combatendo a violência obstétrica e a mortalidade materna evitável. Ressalta que a falta de dados e a subnotificação dificultam o enfrentamento dessas violações, que afetam desproporcionalmente mulheres vulneráveis. Defende o protagonismo de enfermeiras obstetrizes, a garantia de direitos humanos e a responsabilização do Estado, reafirmando o compromisso da Defensoria com a justiça reprodutiva e a autonomia feminina.
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