
A advogada defende a licença menstrual como medida humanitária diante do sofrimento físico enfrentado pelas mulheres, ressaltando a ausência de previsão na CLT.
A Advogada critica o atual cenário político brasileiro, denunciando a instrumentalização do 8 de janeiro para promover perseguição ideológica, supressão de garantias fundamentais e censura a advogados. Defende o papel essencial da advocacia na preservação do Estado de Direito e clama pela resistência constitucional, pedindo a anistia para os envolvidos e o fim dos abusos de autoridade.
A advogada denunciou a perseguição à sua associação privada, que prestava assistência jurídica pro bono a presos do 8 de janeiro, após petição da OAB Federal resultar em inquérito no STF, bloqueios de redes sociais e censura.
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