
O Consultor Legislativo das Áreas Ambientais defende que a combinação de mercado de carbono, hidrogênio verde e energia eólica offshore é essencial para atrair indústrias e viabilizar a exportação de energia, apesar dos atuais custos elevados e da necessidade de maior precificação do carbono.
O Consultor Legislativo das Áreas Ambientais esclareceu que a aquisição voluntária de créditos de carbono por empresas ocorre por razões reputacionais ou antecipação de riscos, destacando que a conversão em CRVE exige obrigatoriamente a certificação de metodologia pelo órgão gestor.
Você está falando do crédito de carbono que está fora do escopo regulado, é isso?
O Consultor Legislativo das Áreas Ambientais explicou que o ajuste de carbono na fronteira e a distribuição gratuita de permissões protegem a competitividade da indústria nacional. Ressaltou que a precificação de carbono gera vantagens comerciais para produtos brasileiros menos intensivos em emissões, além de estimular a eficiência energética e impulsionar o crescimento do PIB.
O Consultor Legislativo das Áreas Ambientais explicou o funcionamento do mercado de carbono, destacando a necessidade de precificar as emissões para alinhar decisões individuais ao bem-estar coletivo. Abordou as diferenças entre tributação e mecanismos de mercado, enfatizando que o modelo regulado brasileiro busca eficiência e previsibilidade na redução de gases. Além disso, discutiu pontos controversos, como a exportação de créditos, o impacto do artigo 56 e a polêmica tributária sobre serviços ambientais.
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